A detenção de um funcionário das alfândegas no Aeroporto Internacional de Maputo, no âmbito de uma operação ligada ao alegado trânsito de grandes quantidades de drogas, voltou a expor a vulnerabilidade das fronteiras moçambicanas e a sofisticação das redes de narcotráfico que operam na região da África Austral.
A decisão do Governo central de revogar medidas consideradas “draconianas” adoptadas pelo Secretário de Estado na província do Niassa reacendeu o debate sobre os limites da autoridade administrativa em Moçambique e a articulação entre estruturas locais e o poder central.
Ajuste directo no Estado moçambicano reacende debate sobre transparência e governação O debate sobre governação, transparência e integridade na contratação pública voltou a ganhar força após a decisão do Governo de Moçambique de autorizar negociações por ajuste directo em projectos estratégicos de logística e infra-estruturas, sob tutela do Ministério dos Transportes e Logística.
A passagem do oitavo aniversário da morte de Afonso Dhlakama, assinalada a 3 de Maio, reacendeu o debate sobre o estado actual da oposição em Moçambique. Ao mesmo tempo, trouxe novas reflexões sobre o papel histórico do antigo líder da Renamo.
Dúvidas desfeitas: as portas da Academia se abrem nesta quarta-feira para o início dos trabalhos da temporada 2026/2027 e Morten Hjulmand e Pedro Gonçalves, dois leões titulares nas últimas temporadas mas que, em fim de ciclo, têm a saída destinada para este verão, vão mesmo se apresentar ao serviço. As saídas de ambos estão programadas… Leia mais: Dúvidas desfeitas: Hjulmand e Pote apresentam-se no Sporting
A detenção de um funcionário das alfândegas no Aeroporto Internacional de Maputo, no âmbito de uma operação ligada ao alegado trânsito de grandes quantidades de drogas, voltou a expor a vulnerabilidade das fronteiras moçambicanas e a sofisticação das redes de narcotráfico que operam na região da África Austral.
A decisão do Governo central de revogar medidas consideradas “draconianas” adoptadas pelo Secretário de Estado na província do Niassa reacendeu o debate sobre os limites da autoridade administrativa em Moçambique e a articulação entre estruturas locais e o poder central.
O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, apelou aos cidadãos para que quaisquer manifestações contra a imigração ilegal decorram de forma pacífica e dentro dos limites da Constituição, advertindo que o Governo não tolerará intimidação, ameaças, violência ou ultimatos dirigidos a cidadãos estrangeiros.