Eduardo Bolsonaro falta a interrogatório marcado pelo STF | G1


Eduardo não indicou advogado e é representado no processo pela Defensoria Pública da União (DPU).

Para a PGR, Eduardo buscou junto ao governo Donald Trump, dos Estados Unidos, levantar avaliações e tarifas ao Brasil e as autoridades do Judiciário como represália ao julgamento.

Eduardo Bolsonaro dá entrevista à Reuters em Washington, DC, EUA, em 14 de agosto de 2025. — Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak

Durante a audiência, o juiz auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, declarou que, diante da ausênca do réu, o interrogatório ficou prejudicado.

O magistrado abriu prazo de cinco dias para que a DPU e a PGR informem se são necessárias novas diligências.

Caso não sejam solicitadas novas medidas, Moraes poderá abrir prazo para que sejam apresentadas as considerações finais – as últimas manifestações no processo. Primeiro, a PGR e, depois, a DPU.

Segundo a PGR, a estratégia de Eduardo e de Paulo Figueiredo, produtor de conteúdo, aliado da família Bolsonaro e também acusado na mesma ação, consistia em ameaçar os ministros do STF com a obtenção de avaliações estrangeiras, tanto para os magistrados quanto para o próprio Brasil.

Para isso, eles exploraram suas conexões nos Estados Unidos, incluindo contatos com membros do alto escalonamento do governo norte-americano.

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