Casos recorrentes de corrupção levantam dúvidas sobre a sustentabilidade do sistema.
O funcionamento do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) foi igualmente analisado no debate do CIP.
Rodrigo Rocha considera que há alguma evolução:
“Quando se tenta desviar valores no INSS, as pessoas são apanhadas”.
Mas lembra:
“Ninguém é culpado até ser condenado”.
Edson Cortez manifesta preocupação com o futuro:
“Nada nos garante que, quando chegarmos à idade de reforma, não sejamos informados de que não há dinheiro”.
E defende mudanças profundas:
“Deve haver uma reflexão sobre o modelo de gestão do próprio INSS”.
Damião Cumbane aponta para falhas estruturais:
“Provavelmente o problema do INSS é do sistema instituído”.
E questiona:
“O que é feito do dinheiro dos trabalhadores?”
Conclui com uma posição directa:
“Alguma coisa tem de mudar no sistema”.






