«Em primeiro lugar, deixo uma palavra de solidariedade para a Venezuela, um país que tem uma comunidade madeirense muito grande e que passou recentemente por uma tragédia. Isso sempre vem para lembrar que a vida é sempre mais importante que qualquer evento. O Marítimo volta à Primeira Liga, fruto do trabalho de um grupo muito unido, que defendeu dois objetivos que colocamos de início, que foram honrar a história do Marítimo e fazê-lo voltar à Primeira Liga. Esse trabalho foi concluído brilhantemente pelos jogadores, comissão técnica, funcionários e, acima de tudo, pelo apoio incondicional dos nossos adeptos», frisou o líder máximo dos maritimistas, em declarações à margem da gala da Liga que teve lugar no Porto, esta quinta-feira.
«Foi um ano de glória. Temos de ter a consciência que a Primeira Liga é sempre mais difícil e, por isso, devemos manter a mesma união, o mesmo espírito de sacrifício e, acima de tudo, o respeito pelos adversários e tentar conquistar o sucesso. Se vivermos apenas da história, não vamos chegar a lado nenhum. O que é importante agora é saber que tivemos sucesso no passado, mas se quisermos ter sucesso no futuro temos de continuar com o trabalho e o sacrifício», acrescentou.
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