O Fundo Pandêmico – que é uma parceria colaborativa organizada pelo Banco Mundial com a Organização Mundial da Saúde (OMS) como líder técnico – é um mecanismo de financiamento multilateral dedicado a fornecer subsídios plurianuais para melhorar a preparação para pandemias em países de baixa e média renda. O órgão foi criado após a pandemia da COVID-19 para apoiar os países no reforço da segurança sanitária.
Segundo o ministro, falando aos jornalistas à margem da 79ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em Genebra, o diretor executivo do Fundo para a Pandemia considerou que Moçambique alcançou progressos no controlo das emergências de saúde pública e no reforço da resposta a surtos e epidemias.
“O país avançou no domínio da segurança sanitária, aprovando o Plano Nacional de Acção para a Segurança Sanitária, bem como construindo laboratórios de Saúde Pública em todas as províncias, e criando o Centro Operacional Nacional de Emergências de Saúde Pública”, disse, citado pelo jornal independente “O Pais”.
No entanto, disse o ministro, o país continua entre os países mais afectados por fenómenos climáticos extremos, situação que tem contribuído para o agravamento de doenças e surtos epidémicos, especialmente de cólera.
Portanto, o governo está concentrado na criação de uma Escola de Saúde Pública “como parte de uma estratégia para fortalecer a cooperação internacional no sector da saúde e mobilizar parcerias para acelerar a modernização e resiliência do sistema nacional de saúde”.
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