Sartori é proprietário do hotel e restaurante à beira-mar de Maputo, Kaya-Kwanga. Ele foi preso com outros três indivíduos, também acusados de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e falsificação.
Os outros três presos foram identificados como Manzar Saed Abbas; Tharmomed Valay Mahomed, mais conhecido como Shabir; e seu filho, Anas Tharmomed. Durante as buscas, as autoridades apreenderam uma pistola, uma espingarda AK-47, uma arma de caça, munições diversas, computadores, telemóvel e documentos diversos.
De acordo com o comunicado da SERNAP, Sartori foi encontrado morto no chão da prisão de Segurança Superior de Maputo (coloquialmente conhecida como BO).
O falecido estava detido desde 21 de abril deste ano, acusado de tráfico, “falsificação de documentos e utilização de documentos falsificados, fraude fiscal, lavagem de dinheiro e outros atos ilícitos”.
Durante os primeiros dias de prisão, diz o SERNAP, Sartori recusou-se a comer “e esta situação de greve de fome já era do conhecimento da família, do advogado e do médico particular, tendo sido denunciada às autoridades penitenciárias assim que o comportamento foi constatado”.
“O governo, através do SERNAP, apresentou as suas condolências à família, enquanto o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) está a concluir as investigações técnicas na cela onde o empresário se encontrava em isolamento”, lê-se no documento.
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