Vicente, que era coordenador político da Anamola na cidade de Chimoio, província central de Manica, saía de uma reunião política quando homens armados o seguiram e mataram a tiro na zona da Madrinha, perto da Estrada Nacional Número Seis (EN6).
A vítima morreu a caminho do Hospital Provincial de Chimoio.
A Polícia de Moçambique (PRM) ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Mondlane, através da sua conta no Facebook, condenou o assassinato e expressou a sua insatisfação dizendo que “eles podem cortar todas as vias de comunicação, mas nunca matarão o destino da viagem. Mais cedo ou mais tarde, ele será alcançado”.
O porta-voz da Anamola, Dinis Tivane, numa mensagem pública dirigida à viúva da vítima, disse que “em nome do Partido Anamola, peço desculpa pelo nosso fracasso em proteger o seu marido. Não só a ele, mas a todos os que escolheram abraçar esta causa”.
“Pedimos desculpa por não garantirmos que ainda estaremos vivos em 2028 e 2029. Não podemos sequer recorrer à Procuradoria-Geral da República (PGR) ou à comunidade internacional, eles não nos vão ouvir. Só confiamos em Deus”, acrescentou.
Esta é mais uma agressão contra aqueles que apoiam Mondlane. No último ano, Joel Amaral, chefe de mobilização da Anamola, também foi baleado com dois tiros. Uma das balas causou um ferimento superficial em seu braço, mas a outra atingiu-o na cabeça.
No entanto, Amaral, mais conhecido pelo nome artístico de MC Trufafa, teve a sorte de sobreviver depois de ser assistido pelos médicos do Hospital Central de Quelimane.
(MIRAR)
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