Em paralelo ao debate económico, o campo da justiça voltou a estar no centro da atenção pública após declarações do Procurador-Geral da República sobre o assassinato de Elvino Dias.
O Ministério Público de Moçambique confirmou a existência de três suspeitos identificados e a continuidade de várias linhas de investigação.
A divulgação destes elementos abriu discussão sobre a gestão da informação no âmbito do segredo de justiça e os limites da comunicação pública em processos em curso.
Salomão Moyana afirmou que a actuação do Ministério Público não representa violação do segredo de justiça. Segundo declarou, a informação partilhada corresponde a uma resposta institucional à pressão social por esclarecimentos sobre o caso.
“O procurador deu um cheirinho daquilo que existe… em resposta à insistência da sociedade que exige esclarecimentos”, afirmou o analista.
O caso continua em investigação, enquanto as autoridades mantêm a condução do processo sob reserva, com base nas diferentes linhas de apuramento em curso.






