O PRESIDENTE da República, Daniel Chapo, reafirmou ontem, em Lisboa, a solidez das relações bilaterais com Portugal e anunciou o interesse de visitas oficiais ao mais alto nível brevemente.
Ao participar na investidura do novo Presidente português, António José Seguro, o estadista moçambicano assinalou uma nova etapa de dinamismo na cooperação política, comercial e social, destacando a importância do fortalecimento do bem-estar dos dois povos.
A participação moçambicana na cerimónia foi classificada por Daniel Chapo como passo fundamental na diplomacia entre as duas nações, sublinhando que esta “serevestede extrema importância para avaliar as relações históricas de amizade e cooperação”.
No encontro com o governante português, Chapo endereçou felicitações directas, expressando optimismo quanto ao futuro do relacionamento institucional, segundo um comunicado enviado ao “Notícias”.
Manifestou-se convicto que o seu mandato contribuirá para o contínuo fortalecimento das relações de cooperação, amizade, solidariedade e fraternidade entre Moçambique e Portugal.
Durante as conversações, foram passados em revista os actuais mecanismos de cooperação, com especial foco na herança comum, tendo Chapo destacado a solidez das relações que “são históricas de irmandade, com base na língua, cultura, familiaridade”, servindo de base para o aprofundamento da colaboração nos domínios político, social e comercial.
Sublinhou o desejo de Moçambique em atrair mais investimentos, incentivando parcerias que transcendam a esfera governamental.
OChefe do Estadoreforçou a importância de dinamizar as relações económicas, sociais, políticas, comerciais e o investimento, sobretudo, e parcerias empresariais, entre os nossos sectores público eprivado.
Referiu que Portugalsemantémcomo um dos principais investidores externos, papel que o país pretende ver reforçado através de instrumentos financeiros já conhecidos. É o caso da linha de crédito de 500 milhões de euros aberta em Dezembro, sobre a qualafirmou que as equipas dos dois países trabalham para a sua materialização e viabilização e “por aquilo que estamos a acompanhar, até agora estamos num bom caminho”.
Chapo acredita que se o nível de execução e pagamento deste mecanismo for positivo nos próximos anos, existem “possibilidades de esta linha continuar a crescer no que toca ao valor”, servindo de motor tanto para o sector públicocomo para oprivado.
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