O financiamento climático internacional refere-se à transferência transnacional de recursos financeiros públicos e privados de nações desenvolvidas e instituições multilaterais para países em desenvolvimento.
De acordo com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (CQNUAC), os fundos atribuídos aos países em desenvolvimento devem ser utilizados para financiar a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa e reforçar a resiliência dos projectos de construção.
Segundo o ministro, falando quarta-feira, em Maputo, no Diálogo Político de Alto Nível sobre o Pacto Verde Europeu, que coincidiu com a cerimónia que assinala o Dia Mundial das Abelhas, Moçambique necessita de assistência técnica especializada para melhor aproveitar as oportunidades existentes no mercado climático internacional, sem comprometer os benefícios destinados ao país.
“O que queremos é uma assistência técnica directa que permita a Moçambique utilizar melhor as diversas vias de financiamento climático e não cair nas mãos de intermediários. Recebemos frequentemente propostas de operadores interessados em mediar a entrada do país no mercado de carbono, exigindo elevadas percentagens dos ganhos obtidos”, afirmou.
“Recebo diariamente pedidos de intermediários que querem ajudar Moçambique a entrar no mercado de carbono, mas pedem sempre 30 por cento”, acrescentou.
Segundo Albino, o governo busca apoio da União Europeia (UE) para desenvolver mecanismos nacionais de participação nos mercados de carbono, garantindo maior transparência, capacidade técnica e retenção dos benefícios financeiros decorrentes da agenda climática.
“Moçambique tem um elevado potencial para beneficiar da economia verde, devido à disponibilidade de recursos naturais, biodiversidade e capacidade de produção de energia renovável”, afirmou.
SNN/Am/
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