As empresas em questão são a gigante petroquímica sul-africana Sasol, a empresa tabaqueira Philip Morris International (PMI) e a Varun Beverages Zimbabwe & East Africa.
Segundo o CEO da Sasol, Simon Baloi, falando terça-feira aos jornalistas após ser recebido em audiência concedida pelo Presidente Chapo, o encontro foi crucial para analisar oportunidades de cooperação económica entre Moçambique e diversas empresas multinacionais.
Baloi explicou que o compromisso da Sasol com o desenvolvimento económico e social de Moçambique é visível no momento em que a empresa está a desenvolver a segunda fase do programa de desenvolvimento local, denominado LDA2, orçado em aproximadamente 43 milhões de dólares norte-americanos.
Ele também destacou o Acordo de Partilha de Produção (Projeto PSA) como um mecanismo crucial focado no aprofundamento do investimento no país. O projecto, orçado em cerca de mil milhões de dólares, visa abastecer a Central Térmica de Temane (CTT), na província de Inhambane, para gerar 450 megawatts de electricidade e produzir gás excedentário para exportação.
O Projecto PSA também inclui uma Instalação de Gás Liquefeito de Petróleo (GPL) que irá produzir 30.000 toneladas de GPL por ano, satisfazendo 75 por cento da procura de gás de cozinha de Moçambique, bem como óleo leve.
“Outro ponto discutido foi a construção de um terminal de gás natural liquefeito em Moçambique, considerado estratégico para fortalecer a integração energética regional e satisfazer a crescente procura energética na região da África Austral”, disse.
Por seu lado, Vijay Behel, CEO da Varun Beverages Zimbabwe & East Africa, manifestou interesse em expandir os investimentos da empresa em Moçambique, com foco nos sectores de lacticínios, refrigerantes, água engarrafada e sumos ligados ao grupo PepsiCo.
“O encontro permitiu a apresentação de uma visão estratégica orientada para o crescimento sustentável e para o reforço da capacidade de produção e distribuição no mercado moçambicano. Estamos encorajados e esperamos iniciar este negócio em breve”, afirmou o empresário.
O director global de operações da Philip Morris International abordou as oportunidades de cooperação e investimento no país, reiterando o interesse da multinacional em aprofundar as relações económicas com Moçambique.
(MIRAR)
sg/Sou/
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