A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) defende maior participação das empresas nacionais em projetos com parceiros chineses. Com isso, pretende reforçar o setor privado e aumentar o impacto do investimento estrangeiro na economia.
Parcerias com foco estratégico
A CTA aposta em áreas como mineração, agricultura, indústria transformadora, transporte, logística, transformação digital e petróleo e gás.
Além disso, a organização iniciou contactos com investidores chineses para promover parcerias com empresas moçambicanas.

“O que nós queremos agora é reforçar esta parceria numa outra vertente…”, afirmou o presidente da CTA, Álvaro Massingue. Nesse sentido, o responsável defende a entrada direta de empresas nacionais nos projetos.
Oportunidades no comércio bilateral
Por outro lado, a isenção de taxas de exportação para produtos africanos na China entra em vigor em maio. Com essa medida, Moçambique pode aumentar as exportações para aquele mercado.
“Os ganhos são maiores…”, explicou Massingue. Segundo o dirigente, a iniciativa pode aumentar o volume de transações e, ao mesmo tempo, contribuir para equilibrar a balança comercial.
Comércio e investimento em crescimento

Dados recentes indicam que o volume de comércio entre os dois países atingiu cerca de 5,6 mil milhões de dólares em 2025. Ainda assim, a balança comercial continua desigual.

No campo do investimento, a China mantém uma posição de destaque na economia moçambicana. Até ao momento, empresas chinesas aplicaram cerca de 9,5 mil milhões de dólares no país.
Desafio: maior integração local

Assim, a CTA defende maior integração das empresas nacionais nesses projetos. Para isso, propõe parcerias mais equilibradas e aposta na transferência de conhecimento.
Fonte: Televisão de Moçambique (TVM)






