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Época das chuvas deixa mortos e milhares de famílias em dificuldades

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A época das chuvas em Moçambique já causou a morte de pelo menos 239 pessoas. Quase 870 mil pessoas foram afectadas, segundo dados do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).

Além das mortes, há muitas pessoas feridas e outras que continuam desaparecidas. Milhares de famílias tiveram de abandonar as suas casas por causa das inundações.

Muitas casas, escolas e outros edifícios públicos ficaram destruídos ou cheios de água. As comunidades mais pobres são as que mais sofrem com esta situação, pois têm menos condições para se proteger e recuperar.

  • MUNDIAL COMEÇA COM CHUVA DE CARTÕES VERMELHOS: AZTECA ASSISTE A UM ARRANQUE HISTÓRICO E INSÓLITO

    A Copa do Mundo de 2026 mal abriu as cortinas e já entrou para a história por uma razão pouco habitual: os cartões vermelhos.

    O mítico Estádio Azteca, na Cidade do México, palco de momentos eternos do futebol mundial, testemunhou esta quinta-feira um dos arranques mais turbulentos de sempre de um Campeonato do Mundo. Sob arbitragem do brasileiro Wilton Pereira Sampaio, o duelo inaugural entre México e África do Sul terminou com três expulsões directas e um ambiente de tensão raramente visto numa partida de abertura.

    O resultado final sorriu aos anfitriões mexicanos, que venceram por 2-0 graças aos golos de Julián Quiñones, aos 8 minutos, e de Raúl Jiménez, aos 66. Porém, o que ficará gravado na memória colectiva não serão apenas os golos, mas a inédita sequência de cartões vermelhos que transformou o espectáculo numa verdadeira batalha disciplinar.

    Três Expulsões em Apenas 41 Minutos

    O primeiro momento de ruptura surgiu aos 49 minutos, quando Sphephelo Sithole recebeu cartão vermelho directo por impedir uma clara oportunidade de golo.

    A situação da África do Sul agravou-se aos 83 minutos. Após revisão do VAR, Wilton Sampaio expulsou Themba Zwane por conduta violenta, deixando os Bafana Bafana reduzidos a nove jogadores.

    Quando tudo indicava que o jogo terminaria com a vantagem disciplinar mexicana, surgiu mais um episódio inesperado. Aos 90+1 minutos, César Montes entrou de forma dura sobre um adversário e recebeu igualmente ordem de expulsão.

    O árbitro brasileiro mostrou três cartões vermelhos directos numa única partida, um número extraordinário para qualquer jogo de Mundial, ainda mais tratando-se da partida de abertura.

    Já Aconteceu Antes?

    A história dos Mundiais regista jogos violentos, polémicas memoráveis e expulsões marcantes. Contudo, os especialistas e bases estatísticas consultadas não apontam para outro encontro inaugural com três cartões vermelhos directos.

    O primeiro cartão vermelho da história dos Campeonatos do Mundo surgiu apenas em 1974, quando o chileno Carlos Caszely foi expulso diante da então Alemanha Ocidental. Desde então, dezenas de jogadores viram o vermelho em fases finais, mas as partidas inaugurais sempre foram caracterizadas por maior prudência táctica e disciplina.

    Por isso, o México–África do Sul de 2026 poderá entrar oficialmente para os livros como o jogo de abertura mais disciplinarmente caótico da história dos Mundiais.

    Wilton Sampaio no Centro das Atenções

    No meio do espectáculo esteve o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio.

    Conhecido por não hesitar em aplicar as Leis do Jogo quando considera necessário, o juiz sul-americano tornou-se uma das figuras mais comentadas das primeiras horas do Mundial.

    Nas redes sociais, adeptos dividiram-se entre elogios à firmeza disciplinar do árbitro e críticas ao excesso de cartões num encontro que deveria simbolizar a festa do futebol.

    Um Mundial Que Já Nasce Diferente

    O Mundial de 2026 já era histórico por ser o primeiro com 48 selecções e o primeiro organizado conjuntamente por três países: México, Estados Unidos e Canadá.

    Agora, ganhou mais um capítulo curioso.

    Em vez de ser lembrado apenas pelos golos de Quiñones e Jiménez, o jogo inaugural poderá ficar eternizado como o dia em que a Copa do Mundo começou com uma autêntica tempestade de cartões vermelhos.

    E se o primeiro jogo já produziu três expulsões, o futebol mundial fica a perguntar: o que mais estará reservado para este Mundial?

  • Tshisekedi no Centro da Polémica: Projeto de Referendo na RDC Levanta Temores de Terceiro Mandato

    Projeto de Referendo na RDC Intensifica Impasse Constitucional e Divide o País

    A aprovação de um projecto de lei para a realização de referendos na República Democrática do Congo (RDC) está a aprofundar a crise política no país e a alimentar receios de uma eventual alteração da Constituição que poderá permitir ao Presidente Félix Tshisekedi prolongar a sua permanência no poder para além de 2028.

    A iniciativa legislativa foi aprovada pela Assembleia Nacional a 9 de Junho, sem a participação dos deputados da oposição, que boicotam os trabalhos parlamentares em protesto contra aquilo que consideram ser uma tentativa de contornar os limites constitucionais dos mandatos presidenciais.

    O Que Está em Causa?

    O projecto de lei estabelece as bases legais para a realização de referendos nacionais, um instrumento considerado essencial para qualquer processo de revisão constitucional.

    Embora a Constituição congolesa limite o Presidente da República a dois mandatos, sectores próximos do poder defendem que o povo soberano tem legitimidade para decidir novamente sobre determinadas disposições constitucionais através de consulta popular.

    O debate surge numa altura particularmente sensível para a RDC, marcada pela persistente insegurança no leste do país, pela actividade dos rebeldes da AFC/M23 e pelos desafios sanitários associados ao surto de Ebola.

    Tshisekedi Não Fecha a Porta a um Terceiro Mandato

    O Presidente Félix Tshisekedi, no poder desde 2019, tem alimentado a polémica ao admitir publicamente que aceitaria permanecer na Presidência caso essa fosse a vontade popular.

    “Se o povo quiser que eu tenha um terceiro mandato, aceitarei”, declarou recentemente durante uma conferência de imprensa em Kinshasa.

    A posição reforçou as suspeitas da oposição, que acusa o chefe de Estado de procurar alterar as regras do jogo político para permanecer no poder além do período permitido pela actual Constituição.

    Oposição Denuncia “Golpe Constitucional”

    Os principais líderes da oposição reagiram duramente à aprovação da proposta.

    Moise Katumbi, segundo classificado nas eleições presidenciais de 2023 e actualmente no exílio, afirmou que a Constituição não pode ser modificada de acordo com interesses circunstanciais do poder político.

    Segundo Katumbi, a nova legislação representa um mecanismo destinado a abrir caminho para alterações constitucionais proibidas pela actual Lei Fundamental.

    A oposição argumenta que a Constituição estabelece claramente que nem o número nem a duração dos mandatos presidenciais podem ser alterados.

    Contudo, o novo projecto de lei prevê excepções em situações classificadas como “disfunção grave” das instituições do Estado, uma formulação que tem gerado forte controvérsia jurídica.

    Juristas Alertam para Possíveis Violações Constitucionais

    Especialistas em Direito Constitucional defendem que o Tribunal Constitucional poderá desempenhar um papel decisivo na resolução do impasse.

    Para vários juristas, algumas disposições constantes do projecto poderão ultrapassar os limites impostos pela Constituição, abrindo espaço para uma eventual declaração de inconstitucionalidade.

    O advogado Godefroy Mwanabwato considera que a mais alta instância judicial do país poderá eliminar ou invalidar os artigos considerados incompatíveis com a ordem constitucional vigente.

    Igrejas e Sociedade Civil Também Estão Divididas

    O debate ultrapassou o campo político e mobilizou organizações religiosas e grupos da sociedade civil.

    Enquanto algumas igrejas evangélicas e pentecostais apoiam a possibilidade de revisão constitucional, importantes sectores da Igreja Católica e das igrejas protestantes alertam para o risco de erosão das conquistas democráticas alcançadas nas últimas décadas.

    Ao mesmo tempo, manifestações públicas contra a iniciativa têm vindo a ganhar força em várias cidades congolesas.

    Uma greve nacional conhecida como “Ville Morte” foi amplamente observada em Kinshasa e noutras localidades, enquanto novos protestos estão previstos para os próximos dias.

    Oposição Une-se Contra Reforma Constitucional

    A controvérsia acabou por unir forças políticas tradicionalmente divididas.

    No final de Maio, figuras como Moise Katumbi, Martin Fayulu, Matata Ponyo e Jean-Marc Kabund juntaram-se a organizações da sociedade civil para criar a Coligação do Artigo 64 para a Defesa da Ordem Constitucional (C64).

    O movimento pretende travar qualquer tentativa de alteração da Constituição que possa permitir a extensão dos mandatos presidenciais.

    Influência Internacional Entra no Debate

    Analistas políticos defendem que a posição do Presidente Tshisekedi também poderá estar relacionada com o fortalecimento das relações estratégicas entre a RDC e os Estados Unidos, sobretudo no sector mineiro.

    O próprio chefe de Estado afirmou recentemente que algumas reformas exigidas pelos parceiros internacionais só poderiam ser implementadas mediante alterações constitucionais.

    A declaração aumentou ainda mais o debate sobre os reais objectivos da reforma e sobre o futuro político da República Democrática do Congo.

    Com as eleições de 2028 no horizonte, a questão constitucional tornou-se um dos temas centrais da política congolesa, num contexto marcado por tensões internas, insegurança armada e forte polarização entre o Governo e a oposição.

  • Lixo, água estagnada e lama agravam condições no mercado das bananeiras em Quelimane

    A acumulação de lixo, água estagnada e lama continua a gerar forte preocupação entre comerciantes e utentes do mercado das Bananeiras, situado no bairro Manhaua, na cidade de Quelimane. A situação, que se agrava com a ocorrência de chuvas, mesmo de fraca intensidade, levanta sérios riscos para a saúde pública e para a segurança sanitária do espaço.

    Nos últimos dias, as pequenas precipitações registadas na cidade deixaram o mercado improvisado em condições ainda mais precárias. O espaço encontra-se instalado ao longo do prolongamento da Avenida da Liberdade, uma via estratégica que dá acesso ao Centro de Saúde de Manhaua e à Escola Secundária Filipe Nhyusi.

    Condições precárias e risco sanitário crescente

    Além da lama e das poças de água acumuladas, o local está coberto por resíduos sólidos e restos de produtos deteriorados, dificultando a circulação de pessoas e comprometendo seriamente as condições de higiene e comercialização.

    A situação é vista pelos utentes como um risco directo à saúde pública, sobretudo num contexto em que alimentos são manuseados e vendidos ao ar livre, sem qualquer protecção sanitária adequada.

    Comerciantes acusam falta de resposta das autoridades

    Os vendedores reconhecem os riscos existentes no espaço, mas acusam o Conselho Autárquico de Quelimane de não apresentar soluções concretas para a melhoria do mercado, apesar da cobrança regular de taxas de actividade comercial.

    A falta de infra-estruturas básicas como drenagem, sanitários públicos e zonas organizadas de venda é apontada como a principal causa da degradação progressiva do espaço.

    Superlotação agrava problema no mercado

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    Marta Jamal, comerciante no mercado das Bananeiras há mais de dez anos, afirma que a situação se agravou nos últimos tempos devido ao aumento do número de vendedores no local.

    Segundo a comerciante, a superlotação tem contribuído directamente para a acumulação de lixo e para o agravamento das condições de higiene, afectando tanto os vendedores como os clientes.

    “A situação piorou muito. Há mais vendedores e menos espaço, o que faz com que o lixo se acumule e dificulte tudo”, desabafa.

    Histórico de deslocação e regresso dos vendedores

    Recorde-se que, há mais de cinco anos, a edilidade de Quelimane proibiu a actividade comercial naquele espaço, tendo transferido os vendedores para uma outra área no interior do bairro.

    Contudo, os comerciantes acabaram por regressar ao local actual, alegando que o espaço indicado pelo município não reunia condições mínimas para o exercício da actividade comercial, especialmente durante a época chuvosa, quando se transforma numa área alagada.

    Falta de infra-estruturas continua a ser o principal problema

    Entre as principais preocupações dos comerciantes destacam-se a ausência de sanitários públicos, a inexistência de sistemas de drenagem e a falta de condições adequadas para conservação e venda dos produtos.

    Enquanto não houver intervenção estrutural, o mercado das Bananeiras continua a funcionar em condições improvisadas, com impactos directos na saúde dos consumidores e na organização do comércio informal em Quelimane.

    FONTE: NOVA RÁDIO PAZ QUELIMANE

  • Repovoamento do Mangal Transforma Icidua e Reduz Erosão Costeira em Quelimane

    De Área Degradada a Barreira Natural: Como o Mangal Está a Proteger Famílias em Quelimane

    Moradores do bairro Icidua, na cidade de Quelimane, mostram-se satisfeitos com os resultados do programa de repovoamento do mangal, uma iniciativa que tem contribuído para a recuperação ambiental da zona costeira e para a redução dos efeitos da erosão que durante anos ameaçaram residências e infra-estruturas locais.

    Nos últimos cinco anos, mais de dez hectares de mangal foram recuperados através da plantação de salgueiros, numa acção orientada para a preservação da biodiversidade marinha, protecção da linha costeira e fortalecimento da resiliência das comunidades perante as mudanças climáticas.

    Recuperação Ambiental Traz Nova Esperança à Comunidade

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    Os residentes recordam que a área hoje coberta por vegetação era, há alguns anos, marcada pelo abate indiscriminado de árvores para a produção de carvão vegetal e pela ocupação desordenada para construção de habitações precárias.

    Actualmente, o cenário é diferente. A cobertura vegetal aumentou significativamente, permitindo a recuperação gradual do ecossistema e criando melhores condições para a reprodução de espécies marinhas que dependem do mangal para sobreviver.

    Para os moradores, a regeneração desta área representa não apenas um ganho ambiental, mas também uma importante medida de protecção contra os efeitos das marés e da erosão costeira.

    Antiga Salina Deu Lugar a um Ecossistema Recuperado

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    Santos Domingos, residente do bairro Icidua há mais de 48 anos e natural do distrito de Ile, lembra que a área actualmente ocupada pelo mangal serviu, no passado, como uma salina destinada à produção de sal.

    Segundo o morador, a exploração contínua do espaço contribuiu para a degradação ambiental e acelerou o avanço da erosão, permitindo que as águas do mar se aproximassem cada vez mais das habitações.

    “Com o crescimento das mudas plantadas nos últimos anos, a situação começou a mudar. Hoje temos mais protecção e sentimos que o mar já não avança com a mesma intensidade”, relata.

    Mangal Reforça Protecção Contra Erosão Costeira

    Os habitantes de Icidua consideram que o repovoamento do mangal constitui uma das medidas ambientais mais importantes implementadas na zona costeira de Quelimane nos últimos anos.

    Além de funcionar como barreira natural contra a erosão, o mangal desempenha um papel fundamental na conservação dos recursos pesqueiros, na retenção de sedimentos e na mitigação dos impactos das alterações climáticas.

    A comunidade acredita que a continuidade do projecto poderá garantir maior segurança às famílias residentes e contribuir para a preservação dos recursos naturais para as futuras gerações.

    Município Quer Expandir Recuperação do Mangal

    O programa de repovoamento do mangal em Icidua é implementado pelo Conselho Municipal de Quelimane em parceria com organizações ambientais e associações locais.

    A iniciativa pretende expandir a recuperação da vegetação ao longo de toda a costa do bairro, reforçando a protecção dos ecossistemas costeiros e promovendo uma gestão sustentável dos recursos naturais.

    Com os resultados já alcançados, moradores e autoridades defendem a continuidade do projecto como uma das principais estratégias para enfrentar os desafios ambientais que afectam a região.

    Texto e Imagens: Antenore Federico Carlos

    FONTE: NOVA Rádio PAZ Quelimane

  • SERNIC Confirma Detenção de Três Suspeitos na Morte de Dom Osório Citora Afonso

    SERNIC confirma detenção de três suspeitos na morte de Dom Osório Citora Afonso

    O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na província da Zambézia confirmou a detenção de três indivíduos suspeitos de envolvimento na morte de Dom Osório Citora Afonso, Bispo da Diocese de Quelimane.

    A informação foi avançada esta quinta-feira durante uma conferência de imprensa realizada pelo representante do SERNIC na Zambézia, Domingos Barrone, que garantiu que as investigações continuam em curso para o completo esclarecimento do caso.

    Segundo Domingos Barrone, os três suspeitos encontram-se sob custódia das autoridades e a respectiva detenção já foi legalizada pelas instâncias competentes, cumprindo os procedimentos previstos na legislação moçambicana.

    Contudo, o responsável não revelou a identidade dos detidos nem forneceu detalhes sobre o alegado papel de cada um na ocorrência. De acordo com o SERNIC, a decisão visa salvaguardar o processo investigativo, que ainda decorre sob sigilo.

    Investigações Prosseguem

    Durante a conferência de imprensa, o representante da polícia de investigação criminal assegurou que várias diligências continuam a ser realizadas para apurar as circunstâncias que culminaram com a morte de Dom Osório Citora Afonso.

    “As investigações prosseguem e oportunamente serão partilhadas mais informações”, indicou Domingos Barrone, sem avançar outros pormenores sobre o processo.

    Entretanto, fontes próximas das investigações revelaram à nossa equipa que entre os indivíduos detidos poderão estar um sacerdote e dois guardas afectos à residência episcopal. Todavia, esta informação ainda não foi oficialmente confirmada pelo SERNIC nem por outras autoridades ligadas ao caso.

    Caso Continua a Gerar Comoção Nacional

    A morte de Dom Osório Citora Afonso continua a suscitar forte consternação entre fiéis católicos, líderes religiosos e diversos sectores da sociedade moçambicana.

    Desde que a notícia da morte do Bispo da Diocese de Quelimane foi tornada pública, multiplicaram-se as manifestações de pesar e os apelos para que os autores sejam identificados e responsabilizados nos termos da lei.

    Enquanto as investigações avançam, a expectativa permanece elevada em torno dos resultados do trabalho das autoridades, numa altura em que o país acompanha atentamente um dos casos mais sensíveis dos últimos tempos envolvendo uma figura de grande relevância religiosa e social.

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CALOR INTENSO MARCA PREVISÃO DO TEMPO PARA ESTA QUARTA-FEIRA EM MOÇAMBIQUE

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