Época das chuvas deixa mortos e milhares de famílias em dificuldades


A época das chuvas em Moçambique já causou a morte de pelo menos 239 pessoas. Quase 870 mil pessoas foram afectadas, segundo dados do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).
Além das mortes, há muitas pessoas feridas e outras que continuam desaparecidas. Milhares de famílias tiveram de abandonar as suas casas por causa das inundações.
Muitas casas, escolas e outros edifícios públicos ficaram destruídos ou cheios de água. As comunidades mais pobres são as que mais sofrem com esta situação, pois têm menos condições para se proteger e recuperar.
- Do cativeiro à Presidência: Daniel Chapo transforma história pessoal em mensagem de esperança para a juventudepor Naldo Agostinho
CHIMOIO, 24 de Agosto de 2026 — Antes de chegar à Presidência da República, Daniel Francisco Chapo passou por uma infância marcada pela guerra, pelo cativeiro, pela fome e pelas privações. Quatro décadas depois, é precisamente essa parte difícil da sua história que o Chefe do Estado apresenta como uma mensagem de esperança para os jovens moçambicanos.
A história foi revisitada esta segunda-feira, em Chimoio, província de Manica, durante o encontro literário “O Autor e os Leitores – uma conversa sobre a obra ‘Do Cativeiro à Presidência da República’”, livro autobiográfico lançado a 16 de Janeiro deste ano.
Mais do que falar de política, Chapo procurou explicar aos leitores por que decidiu transformar a própria experiência de vida em livro. Segundo o Presidente, a obra não pretende reconstituir detalhadamente a sua trajectória política, mas revelar dimensões pessoais da sua vida, desde a infância até às experiências académicas, profissionais e políticas.
E foi na infância que surgiu um dos episódios mais duros.
Quatro anos no cativeiro
Em 1983, durante a guerra, Chapo relatou ter sido raptado com a família em Inhaminga. A família permaneceu em cativeiro durante quatro anos, até conseguir fugir para Dondo, em 1987.
Foram anos que, segundo o próprio, ficaram marcados pela fome, doenças, privações e deslocações constantes.
A experiência deixou marcas profundas na sua percepção sobre liberdade e dignidade humana.
Para o Presidente, uma criança não deveria conhecer o cativeiro e nenhuma sociedade deveria aceitar que seres humanos sejam privados da liberdade.
“O Homem é para viver livre”, afirmou Chapo, ao recordar aquele período.
Mas é justamente a partir dessa experiência que o Presidente constrói a principal mensagem que pretende transmitir à juventude.
O passado não determina o futuro
Depois do cativeiro, Chapo encontrou no desporto, no teatro e na educação instrumentos para reconstruir a sua vida.
O basquetebol, as artes cénicas, a escola e, posteriormente, o jornalismo foram apresentados como caminhos que lhe permitiram ultrapassar traumas e abrir novos horizontes.
É essa trajectória que, segundo o Chefe do Estado, dá sentido à autobiografia.
A mensagem dirigida aos jovens é que o lugar onde uma pessoa nasce, as condições em que cresce ou as dificuldades que enfrenta não devem ser encarados como uma sentença sobre o seu futuro.
Chapo considera, por isso, que a obra é sobretudo um livro de motivação e superação.
Da universidade à governação
Durante o encontro com os leitores, o Presidente também revisitou diferentes fases da sua vida, incluindo a passagem pela Universidade Eduardo Mondlane, pela Televisão Miramar e pelo exercício de funções como conservador, administrador distrital e governador.
Dessas experiências, destacou valores como honestidade, humildade, confiança na juventude e a necessidade de ouvir as comunidades.
A experiência de governação, segundo Chapo, ensinou-lhe ainda que o contacto directo com as populações é uma fonte essencial de aprendizagem.
Um livro para os jovens — e um recado aos líderes
Ao terminar a conversa, Daniel Chapo apresentou a autobiografia como uma contribuição para inspirar os moçambicanos a enfrentar as adversidades com coragem, fé e determinação.
O livro, dedicado, entre outros, à sua esposa e à sua mãe, pretende assumir uma dimensão que vai além da memória pessoal do Presidente.
Para a juventude, a mensagem é de que nenhum passado deve ser encarado como condenação definitiva.
Para os líderes, Chapo deixa outra reflexão: o poder deve continuar ligado às pessoas e à capacidade de ouvir as comunidades.
E, para a sociedade em geral, a autobiografia é apresentada como um apelo à esperança e à superação.
“Nenhum passado nos condena.”
É com esta ideia que Daniel Chapo procura transformar uma infância marcada pelo cativeiro numa narrativa sobre liberdade, fé, educação e possibilidade de mudança — fazendo da sua própria história uma mensagem dirigida à geração que hoje procura construir o futuro de Moçambique.
- Faleceu Dom Januário Machaze Nhangumbe, Bispo Emérito de Pemba, aos 92 anospor Naldo Agostinho
Presidente Daniel Chapo lamenta morte do antigo bispo de Pemba, recordando o seu contributo para a Igreja Católica e para as comunidades moçambicanas.
A Igreja Católica em Moçambique está de luto pela morte de Dom Januário Machaze Nhangumbe, Bispo Emérito da Diocese de Pemba, que faleceu no domingo, 23 de Agosto de 2026, aos 92 anos, no Hospital Central de Maputo, vítima de doença.
A morte do antigo prelado suscitou manifestações de pesar entre instituições religiosas e públicas. Na segunda-feira, 24 de Agosto, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, apresentou condolências à Igreja Católica, à família e aos fiéis, destacando o percurso pastoral e o contributo de Dom Januário para a Diocese de Pemba e para a Igreja Católica em Moçambique.
Daniel Chapo destaca legado pastoral
Na mensagem de condolências, o Chefe do Estado descreveu Dom Januário como um “dedicado servidor da Igreja Católica”, destacando a sua entrega à missão pastoral e ao serviço dos fiéis.
Daniel Chapo recordou igualmente que o percurso episcopal de Dom Januário começou em 1975, ano da independência de Moçambique, tendo o prelado dedicado décadas ao serviço espiritual e humano das comunidades.
O Presidente afirmou que o antigo bispo deixa um legado de fé, dedicação e compromisso com os valores da Igreja, manifestando solidariedade à Arquidiocese de Maputo, à Diocese de Pemba, à Conferência Episcopal de Moçambique (CEM), aos familiares, amigos e fiéis.
“Neste momento de dor e consternação, o Presidente da República manifesta, em nome do Governo e do Povo moçambicanos, bem como em seu próprio, solidariedade à Arquidiocese de Maputo, à Diocese de Pemba, à CEM, aos familiares, amigos e a todos os fiéis da Igreja Católica, que choram a partida deste servo de Deus.”
Uma vida dedicada à Igreja
Nascido em Panda, na província de Inhambane, a 20 de Agosto de 1934, Januário Machaze Nhangumbe foi ordenado sacerdote em 22 de Dezembro de 1962.
Antes de chegar ao episcopado, destacou-se também pelo seu envolvimento na construção de uma Igreja Católica moçambicana mais ligada à realidade nacional.
Em 1974, acompanhado pelo então Padre Alexandre José Maria dos Santos, que viria a tornar-se o primeiro cardeal moçambicano, deslocou-se à Tanzânia para estabelecer contacto com dirigentes da FRELIMO.
A iniciativa, realizada em nome da União dos Sacerdotes e Religiosos Moçambicanos, ocorreu num período de profundas transformações políticas e sociais e procurava discutir o papel da Igreja no futuro Moçambique independente.
Primeiro bispo de Porto Amélia
A 15 de Janeiro de 1975, o Papa Paulo VI nomeou Januário Machaze Nhangumbe Bispo de Porto Amélia, designação que viria posteriormente a ser substituída por Diocese de Pemba.
A sua ordenação episcopal aconteceu a 9 de Março de 1975, no então Pavilhão de Desportos do Sporting Clube de Lourenço Marques, actual Maputo.
A cerimónia foi presidida pelo Cardeal Dom Agnelo Rossi, então Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, tendo como co-consagrantes Dom Laurean Rugambwa, Arcebispo de Dar-es-Salaam, e Dom Eduardo André Muaca, Bispo de Malanje.
Na mesma celebração foi ordenado bispo Dom Alexandre José Maria dos Santos, que viria posteriormente a tornar-se o primeiro cardeal de Moçambique.
Dezoito anos à frente da Diocese de Pemba
Dom Januário esteve à frente da Diocese de Pemba durante cerca de 18 anos, num dos períodos mais difíceis da história de Moçambique após a independência.
O seu episcopado atravessou os anos do conflito armado que assolou o país, período em que a Igreja Católica desempenhou um importante papel pastoral e social junto das populações afectadas.
A 8 de Novembro de 1993, o Papa João Paulo II aceitou a sua renúncia ao governo pastoral da diocese, passando Dom Januário a ostentar o título de Bispo Emérito de Pemba.
Igreja Católica lamenta perda
A Arquidiocese de Maputo e a Diocese de Pemba manifestaram pesar pela morte do antigo prelado, destacando a sua dedicação à Igreja Católica em Moçambique.
O Arcebispo de Maputo, Dom João Carlos Hatoa Nunes, associou-se à homenagem e apelou aos fiéis para que rezassem pelo descanso eterno de Dom Januário.
“Ao terminar a sua peregrinação na terra, a Arquidiocese de Maputo agradece a Deus pela vida de Sua Excelência Reverendíssima Dom Januário Machaze Nhangumbe, doada ao serviço da Igreja Católica em Moçambique e da Diocese de Pemba, em particular.”
A Associação dos Membros das Conferências Episcopais da África Austral (IMBISA) também recordou o antigo bispo, destacando as suas qualidades humanas e pastorais e descrevendo-o como um homem de olhar atento, coração generoso, sentido de história e memória marcante.
As informações sobre as exéquias e cerimónias fúnebres deverão ser divulgadas posteriormente pelas autoridades eclesiásticas.
A morte de Dom Januário Machaze Nhangumbe encerra uma longa trajectória de serviço à Igreja Católica e às comunidades moçambicanas, marcada por profundas transformações políticas, sociais e religiosas no país.
- INAM prevê subida das temperaturas com Tete a atingir 32°C esta terça-feirapor Naldo Agostinho
Lichinga regista a madrugada mais fria do país, enquanto o sul e o centro terão céu pouco nublado e temperaturas amenas a quentes.
MAPUTO, 24 de Agosto de 2026 (Hora Certa News) — O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê para esta terça-feira, 25 de Agosto de 2026, uma subida das temperaturas em grande parte de Moçambique, com destaque para a província de Tete, onde os termómetros poderão atingir os 32 graus Celsius, a temperatura mais elevada do país. Já Lichinga, na província de Niassa, deverá registar a madrugada mais fria, com uma temperatura mínima de 11 graus Celsius.
Segundo o boletim diário dos Serviços Centrais de Previsão Meteorológica (SCPM), o país continuará sob influência de condições atmosféricas estáveis, com céu geralmente limpo ou pouco nublado na maioria das capitais provinciais, favorecendo as actividades económicas, agrícolas e de lazer.
Sul do país com temperaturas agradáveis
Na região sul, Maputo e Xai-Xai deverão registar condições muito semelhantes, com temperaturas entre 15°C de mínima e 29°C de máxima.
Em Inhambane, a previsão aponta para uma máxima de 26°C e mínima de 18°C, enquanto Vilankulo poderá alcançar os 27°C, com mínima de 16°C.
Centro será a região mais quente
A região centro volta a concentrar as temperaturas mais elevadas. A cidade de Tete lidera o mapa térmico nacional com 32°C de máxima e 21°C de mínima.
Na Beira, espera-se uma máxima de 29°C e mínima de 19°C. Quelimane deverá registar 28°C durante o dia e 15°C durante a noite, enquanto Chimoio terá um clima mais fresco, com máxima de 26°C e mínima de 14°C.
Norte mantém tempo quente e estável
Nas províncias do norte, o tempo continuará quente. Nampula prevê uma temperatura máxima de 29°C e mínima de 19°C, enquanto Pemba deverá atingir os 28°C, também com mínima de 19°C.
Por outro lado, Lichinga continua a destacar-se como a cidade mais fria de Moçambique, com uma mínima de apenas 11°C e máxima de 25°C, acompanhada por um céu ligeiramente mais nublado.
Regional Office for Africa
Sol nasce mais cedo em Pemba
Os dados astronómicos divulgados pelo INAM indicam que o Sol nascerá primeiro em Pemba, às 05h26, e pôr-se-á às 17h13.
Em Maputo, o nascer do Sol está previsto para as 06h09, enquanto Tete terá o pôr-do-sol mais tardio do país, às 17h38.
Lua em fase crescente convexa
O boletim meteorológico indica ainda que a Lua encontra-se na fase Crescente Convexa (Crescente Gibosa).
O nascer da Lua acontecerá primeiro em Pemba, às 15h01, enquanto Tete registará o nascer mais tardio, às 15h24. O ocaso mais tardio será observado em Maputo, pelas 04h21 da madrugada de quarta-feira.
INAM apela ao acompanhamento das actualizações
O Instituto Nacional de Meteorologia recomenda que os cidadãos, bem como os sectores da navegação marítima, aviação e agricultura, acompanhem regularmente as previsões e os avisos meteorológicos, de forma a prevenir eventuais impactos provocados por alterações das condições atmosféricas.
Previsão das temperaturas nas principais cidades
Cidade Mínima Máxima Maputo 15°C 29°C Xai-Xai 15°C 29°C Inhambane 18°C 26°C Vilankulo 16°C 27°C Beira 19°C 29°C Chimoio 14°C 26°C Tete 21°C 32°C Quelimane 15°C 28°C Nampula 19°C 29°C Pemba 19°C 28°C Lichinga 11°C 25°C Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) – Boletim Oficial de Previsão Meteorológica para 25 de Agosto de 2026.
- Comité Olímpico de Moçambique lança Formação Internacional de Combate ao Doping e Salvaguarda dos Atletaspor Naldo Agostinho
Iniciativa da Comissão Médica do COM, em parceria com o COI e a RADO Zona VI, visa formar agentes multiplicadores e assegurar a integridade do desporto nacional nos dias 25 e 26 de Agosto.
O Comité Olímpico de Moçambique (COM), através da sua Comissão Médica, vai realizar, nos dias 25 e 26 de Agosto de 2026, uma Formação Internacional de Educadores e Embaixadores Anti-Doping e Safeguarding (salvaguarda) de Moçambique. A acção de capacitação, que decorrerá no Anfiteatro do Comité Olímpico de Moçambique, na capital do país, é desenvolvida em estreita parceria com o Comité Olímpico Internacional (COI) e com a Organização Regional Anti-Doping da Zona VI (RADO Zona VI).
Esta iniciativa representa um passo estratégico e crucial para sintonizar as federações e os subsistemas desportivos moçambicanos com as mais exigentes e modernas directrizes de integridade e ética desportiva recomendadas a nível global.
Uma Aliança Internacional pela Integridade Desportiva
A realização deste seminário internacional resulta de um esforço conjunto entre a liderança olímpica moçambicana e entidades reguladoras internacionais de referência. A articulação com a RADO Zona VI (Organização Regional Anti-Doping) permite trazer para o contexto nacional formadores altamente qualificados e metodologias de ponta, essenciais para a formação técnica de novos Educadores Anti-Doping.
O objectivo fulcral do programa é capacitar estes agentes para que actuem de forma descentralizada em todo o território nacional, apoiando activamente na disseminação de conhecimento, planeamento de acções preventivas e realização de palestras educativas para atletas e equipas técnicas.
Formar para Proteger: O Papel de Atletas e Treinadores
A abrangência da formação é intencionalmente vasta, englobando diferentes extractos do ecossistema desportivo nacional. Segundo o comunicado oficial, a acção é direccionada para atletas em activo, ex-atletas e treinadores de diversas modalidades desportivas.
De acordo com o comunicado de imprensa oficial emitido pelo COM neste dia 24 de Agosto de 2026, a acção visa consolidar práticas éticas através de uma abordagem eminentemente pedagógica e de sensibilização:
«A actividade tem como objectivo formar Educadores Anti-Doping para apoiar as actividades de divulgação da luta contra o doping e outros programas educativos e de sensibilização em todos os subsistemas desportivos, como forma de assegurar uma gestão e implementação eficazes das actividades de educação Anti-Doping, através da difusão dos valores olímpicos, do desporto limpo e do fair play».
A inclusão do conceito de Safeguarding (salvaguarda) no currículo da formação constitui um dos pontos altos do evento. Trata-se de uma vertente dedicada a debater e implementar políticas rigorosas de protecção dos atletas contra abusos físicos, psicológicos, assédio moral ou sexual, assegurando que o ambiente de treino e competição preserve a dignidade e o bem-estar dos desportistas.
O Papel Estratégico da Comunicação Social
O Comité Olímpico de Moçambique atribui uma extrema importância aos órgãos de comunicação social nesta luta preventiva. A imprensa é encarada não apenas como um canal de difusão de notícias, mas como um parceiro indispensável para incutir na sociedade moçambicana a cultura do “desporto limpo” e do jogo limpo (fair play).
A organização faz um apelo directo à presença e ao acompanhamento dos jornalistas, sustentando que a colaboração mediática é o veículo que garantirá o impacto social desejado:
«A presença dos órgãos de comunicação social será fundamental para a divulgação desta iniciativa, que reforça o compromisso do desporto nacional com a integridade, a protecção dos atletas e a promoção de um desporto livre de doping».
- INAM prevê céu limpo e tempo estável para amanhã, segunda-feira, em grande parte do paíspor Naldo Agostinho
MAPUTO, 23 de Agosto de 2026 – O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê para amanhã, segunda-feira, 24 de Agosto, tempo predominantemente estável e céu limpo em grande parte do território nacional, com temperaturas máximas que deverão variar entre 25 e 33 graus Celsius.
A cidade de Tete deverá registar a temperatura mais elevada do país, com 33°C, enquanto Maputo e Xai-Xai deverão atingir máximas de 25°C e 28°C, respectivamente. No sul, as temperaturas mínimas deverão variar entre 16°C e 18°C.
Na região centro, Beira e Chimoio deverão registar máximas de 26°C e 27°C, respectivamente, com mínimas entre 13°C e 15°C. Em Inhambane e Vilankulo, o céu deverá manter-se limpo, com máximas de 26°C e 27°C.
No norte, Nampula deverá atingir 30°C, enquanto Pemba terá uma máxima de 29°C. As duas cidades deverão registar céu limpo e vento fraco a moderado.
Em Lichinga, no planalto, prevê-se uma madrugada e manhã mais frescas, com a temperatura mínima a baixar para 9°C, enquanto a máxima deverá chegar aos 26°C.
De forma geral, o INAM prevê vento fraco a moderado, de direcção variável, e condições de estabilidade atmosférica na maior parte do território.
Sol e Lua
O nascer do Sol deverá ocorrer entre 05h27 e 06h10, conforme a localização, enquanto o ocaso está previsto entre 17h13 e 17h38.
A Lua estará na fase Crescente Convexa (Gibosa), com nascimento previsto para cerca das 14h08 e ocaso por volta das 03h39.
Previsão para amanhã em resumo
- Dia: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2026
- Tempo: Céu predominantemente limpo e tempo estável
- Máximas: 25°C a 33°C
- Mínimas: 9°C a 18°C
- Máxima nacional: Tete, 33°C
- Mínima nacional: Lichinga, 9°C
- Vento: Fraco a moderado, de direcção variável
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) – Serviços Centrais de Previsão Meteorológica (SCPM).