Os rendimentos totais previstos para 2026/27 (excluindo os que dizem respeito exclusivamente à SAD, que gere o futebol profissional e a maioria do futebol de formação) chegam a 5,32 milhões de euros, enquanto os gastos são de 4,64 milhões.
A nova Diretoria projeta, portanto, um saldo positivo de quase R$ 675 mil entre receitas e despesas totais, mas um resultado final negativo que quase chega a R$ 1,2 milhão – por consequência dos gastos com amortização e juros.
Entre os 213 associados presentes, 100 votaram a favor, 52 abstiveram-se e 61 votaram contra o documento.
O Conselho Fiscal vitoriano havia emitido um parecer favorável por unanimidade ao orçamento, com a recomendação de «uma rotina de controle mensal para a validação da base de receitas recorrentes e a definição de limites de gastos por área, em especial nas modalidades».
Lembrando que o emblema da cidade-berço tem 15 modalidades esportivas, além do futebol.
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