O treinador, que em 2025/26 dirigiu o Portimonense, expressou sua felicidade pelo momento. «É uma casa que sempre me recebeu bem e onde fiz tudo para o Sporting sempre atingir seus objetivos. Sempre coloquei os interesses do clube em primeiro lugar e essa é a nossa função como funcionários do clube. Estou muito feliz por voltar para uma casa que já conheço e ver novamente muitas pessoas com quem trabalhei por oito temporadas. Foram mais de 200 jogos pelo Sporting passando por todas as categorias entre sub-15 e time principal, menos time B. Venho com mais experiência, mas disposto a aprender porque o futebol evoluiu. Tem muita coisa nova na formação que quero começar a entender e estar de volta ao Sporting é um privilégio, um prazer e um orgulho. Quando saímos desta casa, damos ainda mais valor ao Sporting por ser um clube tão grande», disse aos meios de comunicação do leoninos.
Em comparação com o clube que deixou há oito anos, o treinador não tem dúvidas de que, agora, encontra «um Sporting mais organizado, com um projeto bem delineado». «Essas são as bases principais para termos sucesso. Buscamos estabilidade no segundo escalão para fazer uma temporada competitiva que permita discutir os três pontos em qualquer campo ao mesmo tempo em que os jogadores crescem melhor. É um Sporting com uma estrutura muito melhor do que quando saí. O clube evoluiu e continua crescendo, o que é fundamental. A estrutura sabe bem o que quer estamos todos alinhados. Tem tudo para dar certo», acrescentou.
Questionado sobre o projeto e o objetivo do conjunto que vai orientar, Tiago Fernandes mostrou-se consciente do «fluxo de jogadores que vai haver entre sub-19, sub-23, equipa B e equipa principal», reforçando que tal facto «é normal e bom».«O Sporting tem sempre jogadores com qualidade e capacidade para discutir um jogo de Liga 2 e chegar à equipa principal. Quero uma equipe competitiva com uma base de jogadores que nos permita olhar para o futuro», acrescentou.
O nome de Manuel Fernandes surgiu, naturalmente, na conversa e com emoção à mistura. «No dia em que me chamaram para uma reunião, era 5 de junho, aniversário do meu pai. Só me caiu a ficha quando acordei de manhã. Hoje, venho aqui na semana em que se cumprem dois anos desde que faleceu. Deve estar feliz, certamente», concluiu.
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