Apesar de ter chegado ao Norte com carimbo de goleador – já que levava onze gols, em meia temporada (em 19 jogos) no Portimonense, na Liga 2 – o centroavante não marcou nenhum gol pelo Rio Ave, em 13 partidas disputadas.
Costuma dizer-se que ano novo, vida nova e o atacante quer, agora, levar essa máxima à letra, mas… no calendário desportivo.
O jogador, de 25 anos, já está a evidenciar sinais de renascimentotendo marcado dois gols, nos primeiros testes de pré-temporada – primeiro, diante do Arouca (2 a 1) e, depois, contra seu ex-time (3 a 0), no estágio dos vila-condenses no Algarve.
De pontaria afinada e depois de, nas férias, ter trabalho com afinco o plano individual, o internacional A pela Guiné-Bissau está agora mais confiante que esta será a sua época de afirmação e até já vai preparando o festejo do Robin dos Bosques (imagem de marca), esperando poder continuar a fazê-lo, mas… em jogos a valer.
O objetivo é claro: ganhar espaço e se tornar o maior artilheiro dos cariocas, fazendo-os, enfim, ultrapassar Clayton, que, embora tenha feito apenas meia temporada, ainda ficou com o posto em 2025/26, com dez gols marcados, em 19 partidas.
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