“As atividades de rotina que temos realizado vão ter um tempo de descanso. Estamos a falar das consultas e mesmo das operações, aquelas eletivas, e vai ficar especificamente para questões de urgências”, disse Cachimo Mulina, diretor do maior hospital na região norte de Moçambique.
Em 5 de novembro, o porta-voz do Hospital Central de Nampula, Suleimane Isidro, disse que aquela unidade sanitária estava saturada, com cerca de 115% da capacidade de internamento, havendo risco de contaminações quer para médicos, quer para pacientes.
“Só um exemplo (…), a nossa taxa de ocupação de camas neste hospital ultrapassa os 100%. Nós estamos a cerca de 110 a 115%”, disse Suleimane Isidro, porta-voz da maior unidade hospitalar do norte de Moçambique.
De acordo com o porta-voz, naquela situação torna-se impossÃvel manter a taxa de ocupação de camas hospitalares na ordem ideal de 80 a 90%, para deixar a cama entre um doente e outro, para fazer a desinfeção e colocar um outro doente.
“Infelizmente, em Nampula, nós temos o hospital central de Nampula como o recetor de todos os pacientes da provÃncia. O que isso vai criar é que, das cerca de 600 camas que nós temos neste hospital, hoje elas não conseguem suportar a procura”, sublinhou Suleimane Isidro.
O Hospital Central de Nampula recebe doentes dos 23 distritos da provÃncia e outros doentes que vêm transferidos dos hospitais das provÃncias vizinhas, como Niassa e Cabo Delgado.
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