Maputo, 18 Mai (AIM) – O ministro do Interior moçambicano, Paulo Chachine, afirma que Umberto Sartori, o empresário italiano que foi detido em Abril passado, morreu em consequência de complicações de saúde e de uma greve de fome autoimposta.
Sartori, dono do hotel e restaurante à beira-mar de Maputo, Kaya-Kwanga, foi encontrado morto no chão da prisão de Segurança Superior de Maputo (coloquialmente conhecida como BO). Ele havia sido preso com outros três indivíduos, acusados de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e falsificação.
Segundo o ministro, falando domingo, em Maputo, à margem da cerimónia comemorativa dos 51 anos da PRM, comemorada no dia 17 de Maio, Sartori não comia enquanto enfrentava problemas de saúde.
“É sabido e de conhecimento público que Humberto Sartoni foi preso. Não comia, fazia greve de fome. Quando decidiu comer já estava debilitado e enfrentando problemas de saúde”, disse.
“Se alguém tem problemas graves de saúde, como parecia ter, devemos esperar as consequências. Significa que a sua morte está relacionada com isso”, acrescentou.
Segundo o Serviço Penitenciário Nacional do país (SERNAP), durante os primeiros dias de prisão, Sartori recusou-se a comer “e esta situação de greve de fome já era do conhecimento da família, do advogado e do médico particular, e foi denunciada às autoridades penitenciárias assim que o comportamento foi percebido”.
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