O pedido de indiciamento apresentado por Vieira contra ministros da Corte provocou forte evidência pública de ministros e também nos bastidores do Supremo. Integrantes do tribunal relataram e classificaram a iniciativa como uma escalada de tensão institucional.
O texto pedia o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e do procurador-geral da República (PGR) Paulo Gonet. Vieira mencionou que há acusações de crimes de responsabilidade.
Reservadamente, uma ala do STF passou a discutir alternativas jurídicas para tentar tornar o senador inelegível ainda neste ano. A avaliação é que o movimento de Vieira cruzou uma linha ao mirar diretamente aos membros da Corte.
O caso aprofunda o clima de confronto entre setores do Legislativo e do Judiciário em meio ao ambiente pré-eleitoral.
A derrota de Vieira na CPI foi selada após uma manobra que alterou a composição da Comissão horas antes da votação, trocando três membros titulares.
Se Gilmar Mendes confirmar o pedido e a representação para apresentação, quem deve discutir o caso é a Primeira Turma do STF (o ministro decano está na segunda turma). Vale ressaltar que é a própria Corte quem julgou a denúncia.
Gilmar afirmou nas redes sociais que “CPI não tem base legal para pedir indiciamento de ministros” e, durante sessão da 2ª Turma, chamou o relatório de “proposta tacanha”.
Segundo o ministro, eventualmente excessos da comissão podem configurar crime de abuso de autoridade. Reservadamente, uma ala do STF discute alternativas jurídicas para tentar tornar o senador inelegível ainda neste ano, avaliando que Vieira cruzou uma linha ao mirar diretamente membros da Corte.
A principal ocorrência ocorreu em abril do ano passado após o rompimento de um interceptor…
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE),…
Atualizado há 9 horas porTrump critica Europa em nova postagem: 'Estão desesperados'O presidente dos EUA,…
A mensagem de envio do projeto foi publicada em edição extra do Diário Oficial da…
Nunes fica no comando do TSE até maio de 2027. Ainda não há dados para…
Ministro indicado por Bolsonaro deve defender na presidência do tribunal a robustez e a substituição…