Muitos são latino-americanos, incluindo brasileiros. Eles atuam em setores como agricultura, turismo e serviços — áreas consideradas pilares da economia espanhola.
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O governo prevê analisar os pedidos em até dois meses e meio, independentemente da nacionalidade. Os aprovados autorizam autorização de residência e trabalho, além de um número de Segurança Social e acesso ao sistema público de saúde.
Ainda segundo o governo, a autorização de residência terá validade de um ano, podendo ser prorrogada.
A ministra da Inclusão, Segurança Social e Migração, Elma Saiz, afirmou que até 30 de junho serão instalados postos de atendimento da Segurança Social e dos Correios em todo o país para receber as transportadoras.
Sánchez defendeu uma medida como um ato de justiça e também de necessidade, em contraste com políticas mais restritivas adotadas em outros países europeus. Segundo ele, a iniciativa ajuda a enfrentar a falta de mão de obra.
A proposta foi defendida por organizações humanitárias e recebida com apoio da Igreja Católica e de empresários.
Em carta à população, o primeiro-ministro afirmou que a medida confirma a realidade de quase meio milhão de pessoas que já fazem parte do cotidiano do país — cuidando de idosos, trabalhando e abrindo negócios.
Sánchez também citou o passado migratório dos espanhóis, que deixou o país rumo à América e a outros países europeus em busca de melhores condições de vida.
Para ele, a regularização também é necessária diante do envelhecimento da população. De acordo com o primeiro, por causa da falta de trabalhadores, a economia perde dinamismo e os serviços públicos, como saúde e previdência, são pressionados.
O primeiro reforçou que os imigrantes devem ter direitos, mas também cumprem obrigações, como o pagamento de impostos.
Apoiadores do Partido Popular da Espanha agitam bandeiras do lado de fora da sede do partido no dia da eleição geral, em Madri, Espanha, em 23 de julho de 2023. — Foto: Juan Medina/REUTERS
O Partido Popular (PP), principal força de oposição, criticou a medida e a classificou como “desumana” e “injusta”. O líder da legenda, Alberto Núñez Feijóo, afirmou que a regularização pode favorecer o crime organizado e apontou falhas nos mecanismos de controle.
Ele também disse que a decisão contrária ao Pacto Europeu para Migração e Asilo, apoiada pela maioria no Parlamento Europeu.
O partido Vox, de extrema direita, lançou uma campanha sobre as consequências da imigração “em massa” e informou que vai recorrer ao Supremo Tribunal para tentar suspender a medida.
Os Sindicatos Policiais também criticaram o processo. Segundo as entidades, a aprovação ocorreu sem participação das forças de segurança e pode aumentar riscos de fraude e falhas na verificação de identidade e antecedentes.
*Com informações da Deutsche Welle.
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