Na zona de entrevistas rápidas, à Sport TV, o treinador abordou o «bom teste» frente aos ingleses e ainda questões de mercado, o dono da lateral-direita para a Supertaça e o favoritismo dos azuis e brancos em 2026/27.
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Análise
«É um bom teste contra uma equipe muito forte, é bom ver como abordamos o jogo, tivemos um começo muito bom. Começamos a usar jogadores por 90 minutos e é importante voltar ao ritmo normal, estender os minutos pelos jogadores ao máximo. Muito bom jogar na frente da torcida, ótima atmosfera, é um bom começo para a nova temporada. Para a semana já jogamos com o Torreense, temos que estar na nossa melhor versão para vencer a Supertaça.»
Minutos distribuídos
«Dividimos os minutos como tínhamos feito com o Gil Vicente. Todos têm quase os mesmos minutos. Agora é hora de tomar decisões, mas do meu lado não são apenas 11 jogadores, somos 25 mais os que vêm depois, do mercado. Há muito o que fazer, mas temos que começar de algum lugar e esses jogos me dão o suficiente para tomar as decisões. Depois da derrota de Barcelos, os jogadores deram o máximo e agora é hora de refrescar um pouco as pernas e a mente para estar bem para a semana.»
Rosario titular na lateral-direita frente ao Torreense
«Vamos ver. Alberto está recuperado, mas não quisemos correr o risco. Um ou outro pode jogar, o Martim também pode estar de volta, vamos ver como as coisas evoluem nos próximos 5 ou 6 dias e depois escolheremos o melhor onze para o jogo com o Torreense.»
Mudanças até ao fecho do mercado
«Ainda estamos com quatro semanas de mercado pela frente, temos que fazer algumas coisas, estamos todos na mesma página sobre o que precisamos. Não controlamos completamente o mercado, há jogadores que queríamos abordar que nesta fase são difíceis e há oportunidades que podem surgir depois no mercado. Mas, como sempre digo, temos que dar mais atenção a esse grupo fantástico de jogadores. Tenho certeza de que o clube fará o necessário para ser competitivo.»
Tudo volta à estaca zero
«FC Porto favorito? Como disse na última época, o que foi feito no passado é parte da história, do museu. Isto não nos dá créditos adicionais, vamos começar do zero. Quero uma equipa com a fome e a vontade de um azarão. Não é sobre acumular títulos, mas sim ir jogo a jogo, época a época. O que foi feito está no passado, a Supertaça é a última ligação à última época. Depois disso, fazemos reiniciarcomeçamos do zero e temos que ser muito exigentes com nós mesmos. O nível da competição vai aumentar, vimos como as coisas estão mudando. Como sempre, vamos estar a todo vapor, porque é a única maneira que sabemos competir.»
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