A China alcançou progressos assinaláveis na melhoria das condições de habitação dos seus residentes desde o 18.º Congresso Nacional do Partido Comunista, realizado em 2012. A garantia foi dada por Pan Wei, responsável do Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano-Rural, durante a mais recente edição do China Economic Roundtable, programa multimédia organizado pela Xinhua.
Segundo Pan, para responder às dificuldades habitacionais enfrentadas por várias famílias, o país tem investido na renovação de bairros degradados, casas em avançado estado de deterioração, comunidades urbanas antigas e aldeias inseridas em áreas urbanas. Estes projectos têm sido executados de forma contínua ao longo dos últimos anos.
Desde 2012, foram construídas mais de 68 milhões de casas acessíveis ou destinadas a reassentamentos, permitindo que cerca de 170 milhões de pessoas em situação habitacional precária concretizassem o objectivo de ter uma moradia estável. No mesmo período, mais de 300 mil comunidades residenciais antigas foram reabilitadas, beneficiando mais de 130 milhões de residentes urbanos, explicou o responsável.
Pan acrescentou que o país consolidou um sistema de segurança habitacional em múltiplos níveis, direccionado a diferentes grupos sociais, incluindo famílias de baixos rendimentos, novos residentes urbanos e jovens. O sistema é apoiado por um conjunto de políticas públicas que incluem incentivos fiscais, linhas de crédito específicas, ordenamento do uso do solo e subsídios do governo central para os projectos de renovação.
As reformas, segundo o responsável, continuam a ser uma prioridade nacional para melhorar a qualidade de vida da população e promover um desenvolvimento urbano mais equilibrado e sustentável.





