A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) reabriu, esta terça-feira, o seu serpentário em Maputo. Esta infraestrutura é a primeira do género na história do país. Além disso, o espaço garante condições ideais para o estudo de serpentes em ambiente controlado. Assim, o projeto promove a conservação das espécies e a investigação científica avançada.
O centro prioriza a segurança das populações moçambicanas. De acordo com os responsáveis, o país possui muitas cobras venenosas. Por esse motivo, a instituição quer apoiar as comunidades em situações de risco. “Este espaço prepara os estudantes para saberem lidar com este fenómeno”, destacou uma fonte oficial no local.
Por outro lado, o serpentário terá um papel vital na saúde pública. O local permite a recolha e a extração de veneno de forma segura. Portanto, a UEM cria as bases necessárias para a produção nacional de soros antiofídicos. Esta formação especializada ajudará, futuramente, a salvar muitas vidas em todo o território.
Finalmente, a iniciativa integra o programa Rino (Recurso, Inovação e Desenvolvimento). A cooperação italiana financia este projeto focado nas áreas de conservação. Desta forma, a universidade une a inovação tecnológica ao desenvolvimento social de Moçambique.servação em Moçambique.
FONTE ORIGINAL: TVM
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