Trump volta às críticas: Reiner era mau para o país. Era perturbado

O presidente dos Estados Unidos reiterou as críticas ao realizador Rob Reiner, encontrado morto no domingo, dia 14, na sua casa na Califórnia, com a mulher. O casal terá sido assassinado pelo próprio filho.

Em declarações na Sala Oval da Casa Branca esta segunda-feira, Donald Trump recusou expressar as suas condolências pela morte do casal, mantendo aquilo que tinha dito anteriormente numa publicação na sua rede social, a Truth Social.

“Eu não era, de todo, um fã dele”, começou por dizer aos jornalistas, quando questionado sobre as críticas que tinha recebido após partilhar a publicação. “Ele era uma pessoa perturbada no que diz respeito a Trump”, afirmou, referindo-se a si próprio na terceira pessoa.

“[Ele disse] que eu era um amigo da Rússia, controlado pela Rússia. Sabem, foi o engodo da Rússia e ele foi uma das pessoas por trás disso”, acrescentou. “Acho que ele prejudicou a sua carreira. Tornou-se uma pessoa perturbada”, dizendo que Reiner sofria de “Síndrome de Desequilíbrio de Trump”.

“Por isso, eu não era um fã de Rob Reiner, de nenhuma forma ou feitio. Achava que ele era muito mau para o nosso país”, concluiu o presidente norte-americano, citado pela People, antes de rapidamente dar a palavra a outro jornalista.

Trump disse que Reiner morreu “devido à raiva que causou nos outros”

A crítica de Donald Trump acontece horas depois escrever na Truth Social que Reiner morreu “alegadamente devido à raiva que causou aos outros através da sua enorme, inflexível e incurável aflição com uma doença mental incapacitante conhecida como Síndrome de Desequilíbrio de Trump, por vezes referida como TDS”.

“Ele era conhecido por deixar as pessoas loucas com a sua obsessão furiosa pelo presidente Donald J. Trump, com a sua paranoia óbvia a atingir novos patamares à medida que a administração Trump superava todas as metas e expectativas de grandeza, e com a Idade de Ouro da América a chegar, talvez, como nunca antes”, atirou o presidente norte-americano, desejado, no fim, que “Rob e Michele descansem em paz”.