A ideia era dar competitividade a Pedro Gonçalves na esquerda do ataque, porém, o senegalês sempre viveu na sombra.
A saída se tornou um cenário quase inevitável, porém, o início desta temporada parecia dar um novo impulso a Faye aqui, com funções diferentes. Rui Borges, aproveitando as ausências de Fresneda (recuperando o ritmo) e Vagiannidis (que se apresentou depois), abriu as portas para o senegalês como lateral-direito. Uma experiência mantida nos dois primeiros jogos de preparação dos leões: com o time B e com o Celtic.
Mas, em uma primeira avaliação, a adaptação acabou tendo nota negativa. O Sporting, como se sabe, segue no mercado em busca de uma alternativa para o lado esquerdo do ataque e Faye está riscado dessas contas. Não só para essa posição em específico (para a qual foi contratado…) mas também para a posição de lateral-direito, pois os retornos de Vagiannidis e Fresneda limitam ainda mais o espaço do senegalês, que, dessa forma, vai estudando outras opções para seguir a carreira nesta temporada.
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