O presidente Donald Trump assinou uma nova Proclamação que restringe ainda mais a entrada de cidadãos estrangeiros nos Estados Unidos, acrescentando mais 15 países à lista daqueles que enfrentam limitações parciais de viagens.
A medida foi tomada na terça-feira como parte dos esforços contínuos para reforçar os padrões de viagens dos EUA.
Os países recentemente adicionados incluem Angola, Antígua e Barbuda, Benim, Costa do Marfim, Domínica, Gabão, Gâmbia, Malawi, Mauritânia, Nigéria, Senegal, Tanzânia, Tonga, Zambábue.
A Proclamação mantém restrições totais aos 12 países originais de alto risco: Afeganistão, Birmânia, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irão, Líbia, Somália, Sudão e Iémen.
Também impõe restrições totais a cinco países adicionais com base em análises de segurança recentes: Burkina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul e Síria, bem como a indivíduos titulares de documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestiniana. Dois países anteriormente sujeitos a restrições parciais, Laos e Serra Leoa, estão agora sujeitos a restrições totais. Entretanto, permanecem restrições parciais para o Burundi, Cuba, Togo e Venezuela.
A Proclamação levanta as proibições de vistos de não-imigrantes para o Turquemenistão, citando uma melhor cooperação com os EUA, ao mesmo tempo que mantém restrições aos vistos de imigrantes para os seus nacionais.
Exceções são fornecidas para residentes permanentes legais, titulares de vistos atuais, certas categorias de vistos, como atletas e diplomatas, e indivíduos cuja entrada atenda aos interesses nacionais dos EUA.




