Presidente Daniel Chapo destaca protecção integral da Criança no início do ano lectivo 2026

Na abertura oficial do ano lectivo e do ano judicial de 2026, o Presidente da República, Daniel Chapo, reafirmou o firme compromisso do Estado moçambicano com a protecção e promoção dos direitos das crianças. A informação foi avançada pela Miramar, que acompanhou a recepção da comitiva da Organização dos Continuadores de Moçambique, ocasião em que se sublinhou a importância de garantir um ambiente seguro e propício ao desenvolvimento das novas gerações.

O Chefe de Estado expressou aprovação pelo lema escolhido para a abertura do ano judicial, centrado na “promoção e protecção integral dos direitos da criança”, sublinhando que muitas crianças no país enfrentam vulnerabilidades significativas. “Temos muitas crianças necessitadas, muitas crianças órfãs e sobretudo os direitos das crianças precisam de protecção dos adultos porque as crianças são o futuro de Moçambique”, afirmou Daniel Chapo, destacando a responsabilidade da sociedade em proteger os menores.

Ajustes no Início do Ano Lectivo e Solidariedade

No encontro, o Presidente explicou o atraso no início das aulas, atribuindo-o aos impactos das cheias e ciclones que afectaram várias províncias, obrigando a utilizar escolas como centros de acomodação temporária. “Havia muitas crianças que ainda estavam nas escolas, não tinham regressado para casa, aqui em Maputo Cidade, província de Maputo, Gaza, Sofala e outros pontos do país; então tínhamos que ser solidários com estas crianças”, justificou, apelando ao empenho dos alunos para que possam contribuir no futuro para o desenvolvimento nacional.

Investimento em Educação e Infraestruturas

As crianças da Organização dos Continuadores manifestaram satisfação com os investimentos do Executivo, destacando, segundo a Miramar, a inauguração da maior escola primária do país, no distrito de Tondo, província de Sofala. Esta infra-estrutura representa um avanço estratégico para garantir acesso à educação, mesmo diante de desafios climáticos extremos.

O Presidente reiterou que a protecção integral da criança permanece como prioridade nacional, reforçando que cada menor deve crescer num ambiente seguro, digno e com pleno respeito pelos seus direitos fundamentais.

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