Plano de reconstrução pós-cheias ainda em…

O Governo está a finalizar a elaboração do Plano de Reconstrução Pós-Cheias 2026 que visa assegurar, a médio prazo, a recuperação da capacidade produtiva, reconstrução definitiva e resiliente das infra-estruturas económicas e sociais destruídas, assim como a restauração dos meios de subsistência das populações, entre outros.
Esta informação foi partilhada hoje, na Assembleia da República, pela Primeira-Ministra, Benvinda Levi, durante a sessão de informações solicitadas ao Governo pelas bancadas parlamentares.
Na ocasião, Levi disse que as cheias e inundações registadas no presente ano, na região Sul do país, foram de grande magnitude, tendo em conta que para além de terem ocorrido em zonas habitualmente afectadas, atingiram outras regiões que no passado nunca tinham sido atingidas por estes fenómenos.
“O sistema de alerta prévio permitiu sensibilizar e mobilizar a retirada atempada de pessoas das zonas de maior risco”, disse.
A Primeira-Ministra disse que o Governo registou com preocupação o facto de algumas pessoas não terem acatado os avisos emitidos pelas autoridades, por alegadamente, não acreditarem que seriam afectadas pelas cheias e inundações e por medo de serem furtados os seus bens e animais, pondo em risco as suas próprias vidas.
Precisou que esta atitude obrigou as autoridades a procederem à retirada compulsiva da população das zonas que estavam sitiadas, com o objectivo último de salvar vidas humanas.

Plano de reconstrução pós-cheias ainda em elaboração

O Governo está a finalizar a elaboração do Plano de Reconstrução Pós-Cheias 2026 que visa assegurar, a médio prazo, a recuperação da capacidade produtiva, reconstrução definitiva e resiliente das infra-estruturas económicas e sociais destruídas, assim como a restauração dos meios de subsistência das populações, entre outros.
Esta informação foi partilhada hoje, na Assembleia da República, pela Primeira-Ministra, Benvinda Levi, durante a sessão de informações solicitadas ao Governo pelas bancadas parlamentares.
Na ocasião, Levi disse que as cheias e inundações registadas no presente ano, na região Sul do país, foram de grande magnitude, tendo em conta que para além de terem ocorrido em zonas habitualmente afectadas, atingiram outras regiões que no passado nunca tinham sido atingidas por estes fenómenos.
“O sistema de alerta prévio permitiu sensibilizar e mobilizar a retirada atempada de pessoas das zonas de maior risco”, disse.
A Primeira-Ministra disse que o Governo registou com preocupação o facto de algumas pessoas não terem acatado os avisos emitidos pelas autoridades, por alegadamente, não acreditarem que seriam afectadas pelas cheias e inundações e por medo de serem furtados os seus bens e animais, pondo em risco as suas próprias vidas.
Precisou que esta atitude obrigou as autoridades a procederem à retirada compulsiva da população das zonas que estavam sitiadas, com o objectivo último de salvar vidas humanas.

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