O director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou ontem que as razões invocadas pelos Estados Unidos para saírem da agência da ONU são falsas, reiterando que a saída torna aquele país e o mundo menos seguros.
“Infelizmente, as razões invocadas para a decisão dos Estados Unidos de se retirarem da OMS são falsas”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus numa publicação na rede social X (antigo Twitter), sublinhando que a OMS sempre dialogou com os Estados Unidos, e com todos os estados membros, respeitando plenamente a sua soberania”.
Apenas algumas horas após ter regressado à Presidência dos Estados Unidos, em Janeiro do ano passado, Donald Trump assinou um decreto a ordenar a retirada dos Estados Unidos da OMS.
A saída tornou-se efectiva na quinta-feira, após um prazo regulamentar de um ano.
“Estamos a recuperar a nossa independência, a proteger a segurança americana e a devolver a política de saúde pública dos Estados Unidos ao povo americano”, escreveu no X o secretário de Saúde norte-americano, Robert Kennedy Jr., citado pela Lusa.
Num comunicado conjunto, Robert Kennedy Jr. e o secretário de Estado Marco Rubio acusaram a OMS de inúmeras “falhas durante a pandemia da Covid-19” e de ter agido “repetidamente contra os interesses dos Estados Unidos”.
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