E os contornos do negócio são exatamente aqueles que BOLA tinha dado conta: 6 milhões de euros nos cofres do Gil Vicente (verba a rondar a cláusula de rescisão do médio-ofensivo), com a formação de Barcelos a salvaguardar ainda uma percentagem dos direitos e económicos do (seu agora) antigo número 10.
Luís Esteves, por sua vez, assinou contrato válido para as próximas três temporadas com o Atlas, e o criativo já viajou, inclusive, para o México, onde finalizou todos os detalhes relativos a essa operação. O português não ficou, porém, por muito tempo no país para o qual agora dará sequência à carreira, já que seguiu com a nova equipe para os Estados Unidos da América, onde o Atlas de Guadalajara fará um estágio de pré-temporada para começar a preparar a campanha que se aproxima.
PERÍODO DE EXCELÊNCIA
Bastou apenas um ano em Barcelos para Luís Esteves deixar sua marca por lá. E bem vincada, diga-se. Assim dizem, aliás, os números: 34 jogos, quatro gols e oito assistências. Foi uma das melhores temporadas da carreira do meia-atacante.
Antes de rumar ao Gil Vicente, Luís Esteves já havia dado cartas no Nacional, onde por três anos somara 115 jogos, oito tentos e 14 passes certeiros. Para trás ficaram Vitória de Guimarães (equipe B e sub-23) e Sanjoanense.
O futuro será no futebol mexicano, naquela que será a primeira experiência do atleta, atualmente com 28 anos, fora de Portugal.
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