Segundo Cassiano João, porta-voz da Autoridade Reguladora do Medicamento do país (Anarme), citado pela Agência Notícias Portuguesa (LUSA), dois indivíduos foram detidos por alegado peculato, num total de 11 envolvidos nos casos. Um dos detidos é profissional de saúde.
Os medicamentos foram vendidos a farmácias privadas e outros revendedores autorizados.
João explicou que da fiscalização de 133 farmácias, clínicas e supermercados, “cerca de mil medicamentos eram estimulantes sexuais, numa lista que inclui também metformina, antimaláricos e bupivacaína injetável falsificada”.
“É preciso evitar comprar medicamentos fora de locais não autorizados, evitar adquirir produtos vendidos online e evitar adquirir produtos sem prescrição de profissional de saúde”, afirmou.
Em Janeiro passado, as autoridades denunciaram o roubo de medicamentos antimaláricos no valor de 42 milhões de meticais (cerca de 657 mil dólares, ao câmbio actual) dos armazéns médicos centrais do Serviço Nacional de Saúde, na província de Maputo.
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