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INATRO promete entregar 35 mil cartas em um…

O INSTITUTO Nacional de Transportes Rodoviários (INATRO) prevê concluir, até 10 de Março, a impressão e entrega de pelo menos 35 mil cartas de condução pendentes, numa altura em que os postos de atendimento continuam sob forte pressão devido à elevada procura.
Por forma a responder à situação, a instituição duplicou a capacidade diária de produção, de 750 para cerca de 1500 cartas, com a entrada em funcionamento da segunda máquina de impressão, conforme garantiu ontem ao “Notícias”, fonte do INATRO.
Avançou que a activação da segunda máquina resulta de um trabalho técnico realizado em coordenação com o provedor do serviço que permitiu restaurar a operacionalidade do equipamento, que se encontrava fora de serviço.
“Durante algum tempo, operávamos apenas com uma máquina, o que limitava a capacidade de resposta. Como medida adicional, passamos a funcionar também aos fins-de-semana, com o objectivo de acelerar a impressão e a entrega das cartas definitivas, e aliviar a pressão sobre os balcões de atendimento”, disse a fonte.
Entretanto, apesar destas iniciativas, os postos de atendimento do INATRO continuam pressionados, com longas filas e queixas, por parte de alguns utentes.
João Sebastião, que aguarda pela carta há mais de um ano, manifesta descontentamento. “Dizem que agora vai andar mais rápido, mas nós continuamos a esperar por muito tempo. A morosidade ainda é grande”, lamentou.
Opinião semelhante é partilhada por Serafina Magaia, que considera o atendimento desgastante. “Chegamos muito cedo e, mesmo assim, passamos horas à espera. A pressão nos postos ainda é visível”, afirmou.
Entretanto, há quem veja sinais de melhoria. Ernesto Salimo, que conseguiu levantar recentemente a sua carta, elogiou as mudanças em curso. “Nota-se um esforço do INATRO. O processo ainda não é perfeito, mas está melhor do que antes”, disse.
A instituição reconheceu a existência de constrangimentos técnicos, sobretudo na comunicação entre o sistema de captação de dados e o de produção, sublinhando que a automatização continua a ser um dos principais desafios.
Referiu ainda que há um número considerável de cartas já impressas que não foram levantadas, razão pela qual serão afixadas listas para facilitar o levantamento.

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Lusa

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