Segundo o Gabinete de Combate à Corrupção em Nampula, Mitano faz parte de um grupo que, em 2022, desviou 22 milhões de meticais
O Gabinete explicou que a Mitano coordenou, com os empreiteiros das obras, acções de sobrefacturação e assinatura de aditivos para obras inacabadas, com o objectivo de saquear fundos públicos.
Além do antigo Director Provincial da Saúde, as autoridades detiveram também um funcionário da mesma instituição.
A ONG local Associação Koxukhuru também apresentou queixa-crime junto do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção contra o antigo Director Provincial de Obras Públicas, Rui Ramos, alegando que este se apropriou indevidamente de fundos públicos.
Segundo Gamito dos Santos, dirigente da Associação Koxukhuru, citado pelo jornal independente “Carta de Moçambique”, Ramos fraudou oito concursos públicos através da sua empresa, a MRV Consultoria, que venceu as licitações, “ironicamente lançadas pela instituição que dirigia”.
Além de Ramos, Dos Santos defende também a detenção do antigo chefe do Serviço de Águas e Saneamento e da sua esposa, por alegadamente estarem envolvidos no desvio de fundos públicos.
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