Categories: Hora Certa News

Companhia aérea moçambicana reforça frota com um Airbus alugado

A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) “passou a integrar na sua frota uma aeronave do tipo Airbus A319, com capacidade para 148 passageiros, em regime de aluguer, com o objetivo de reforçar a capacidade operacional, principalmente face ao aumento da procura durante o período das festas de Natal e fim do ano”, refere a companhia em comunicado.

Com a incorporação de mais uma aeronave, a empresa prevê reduzir a incidência de atrasos e cancelamentos de voos, assegurando maior regularidade das operações e uma experiência de viagem mais confortável e fiável para os seus passageiros.

“Com esta operação, a companhia passa a dispor de sete aeronaves na sua frota operacional, número que permite responder de forma mais eficaz às necessidades atuais do mercado”, disse, reafirmando “o compromisso com a melhoria contínua da experiência do passageiro e com o reforço da confiança no serviço público de transporte aéreo nacional”.

Em 15 de dezembro, a LAM anunciou a aquisição de “dois aviões próprios” Embraer 190, avaliados em 21 milhões de euros, considerando o feito um “pequeno passo” para a empresa, mas “um grande passo” para o país.

As aeronaves, de 100 lugares, custaram 25 milhões de dólares (21 milhões de euros) e estão certificadas no nível “‘standard’ europeu”, garantiu Langa, acrescentando que “voavam na Holanda (…) e têm todas as manutenções feitas”.

Segundo o ministério moçambicano, a companhia conta, atualmente, com seis aeronaves, das quais cinco alugadas e um Bombardier Q400 recentemente adquirido, a primeira em 18 anos.

Em 23 de setembro, o Governo moçambicano reconheceu dificuldades na reestruturação da LAM, mas sublinhou que o objetivo é garantir uma companhia funcional e segura, com a previsão, na altura, de aquisição de cinco aeronaves até dezembro.

A LAM enfrenta há vários anos problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos, com registo de alguns incidentes, não fatais, associados por especialistas à deficiente manutenção das aeronaves, estando atualmente num profundo processo de reestruturação.

A estatal moçambicana deixou praticamente de realizar voos internacionais já este ano, concentrando-se nas ligações internas, no âmbito do processo de reestruturação que levou também à entrada de uma nova administração em maio e das empresas públicas Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), CFM e Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), como acionistas.

Leia Também: Pelo menos 313 mortos devido a ciclones na época chuvosa em Moçambique

Naldo Agostinho

Recent Posts

Chapo launchs Fundo for Womens empowerment – aimnews.org

Maputo, 7 April (AIM) – Mozambican President, Daniel Chapo, launched on Tuesday a Fund for…

14 horas ago

Foreigners accused of creating instability in Montepuez – aimnews.org

Maputo, 7 Apr (AIM) – Genuína Nangundo, administrator of the Montepuez district, Cabo Delgado province,…

18 horas ago

Government may take measures to ensure stability of fuel price – aimnews.org

Nampula (Mozambique), 7 April (AIM) – Mozambican President Daniel Chapo announced that the government may…

19 horas ago

Asseco PST e Precisely reforçamparceria estratégica para o mercado moçambicano

A Asseco PST e a Precisely reforçaram a sua colaboração estratégica em torno do GUARDiONˣ,…

1 dia ago

Climate change worsening rural conditions – aimnews.org

Maputo, 6 April (AIM) – Climate change is no longer a distant threat, Mozambican President…

2 dias ago

INP strengthens capacity for upstream supervision – aimnews.org

Maputo, 6 Apr (AIM) – The National Petroleum Institute (INP) of Mozambique is strengthening its…

2 dias ago