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FNB MOÇAMBIQUE REFORÇA LIDERANÇA E ACELERA CRESCIMENTO

Banco reposiciona estratégia para enfrentar novos desafios

Maputo, 4 de Junho de 2026 — O FNB Moçambique (FNBM) anunciou o reforço da sua estrutura de liderança e a aceleração da sua estratégia de crescimento, numa altura em que conclui um processo de reestruturação interna destinado a fortalecer a sua competitividade e sustentabilidade num mercado em constante transformação.

Ao longo do último ano, a instituição bancária concentrou esforços no reforço da resiliência operacional, na revisão da sua estratégia e na consolidação de uma equipa de gestão capaz de responder aos desafios actuais e futuros do sector financeiro.

Na sequência da nomeação de Dennis Mbingo para o cargo de Administrador-Delegado, em Janeiro de 2025, o banco procedeu à reorganização da sua Comissão Executiva, combinando quadros moçambicanos com gestores experientes oriundos do Grupo FirstRand.

Segundo Mbingo, o banco mantém confiança nas perspectivas económicas do país.«“Moçambique continua a ser um mercado com potencial significativo a longo prazo. Embora existam desafios significativos a curto prazo, estes serão superados através de uma colaboração contínua entre o sector público e o privado. A nossa responsabilidade tem sido de garantir que o FNB Moçambique está preparado estrutural, operacional e culturalmente para competir ao nível que este mercado exige.”»Novas nomeações fortalecem equipa de gestão executivaComo parte do processo de transformação, Kampamba Mulenga assumiu as funções de Director Financeiro, após integrar o banco proveniente do FNB Zambia.

Por sua vez, Fatima Mohamed foi destacada pela empresa-mãe para liderar a área de Tecnologias de Informação, reforçando a componente digital da instituição.

O banco aguarda ainda a conclusão das aprovações regulamentares para a nomeação de novos directores de Operações e de Risco, cargos considerados estratégicos para sustentar a próxima fase de expansão.Entretanto, Yolanda Braga e Mónica Souto deverão assumir, respectivamente, as funções de Directora de Experiência do Cliente e Secretária da Sociedade, sujeitas à validação do regulador.Diversificação impulsiona nova fase de crescimento sustentávelNo âmbito do reposicionamento estratégico, o FNB pretende construir um modelo de negócio mais diversificado e resiliente, reduzindo a exposição aos efeitos das actuais pressões económicas.

Mbingo reconhece que os resultados recentes reflectem o actual contexto económico e justificam uma resposta mais rápida da instituição.

«“Os nossos resultados mais recentes reflectem a pressão que se tem vindo a acumular no contexto económico mais amplo. Isto reforçou a necessidade de acelerarmos a nossa transformação, para diversificar o nosso negócio e construir maior resiliência para o futuro.”»

A aposta na banca comercial e nas pequenas e médias empresas constitui uma das prioridades do banco. Para o efeito, Alberto Magaia Jr. foi nomeado em 2025 para liderar o segmento Comercial e PME.

«“Tem demonstrado um desempenho notável, impulsionando um crescimento significativo da sua carteira de negócios, mesmo num contexto desafiante. É um forte sinal do que é possível alcançar quando alinhamos o talento certo às oportunidades certas”, afirmou Mbingo.»

Talento moçambicano ganha maior espaço estratégicoO FNB encontra-se igualmente a recrutar um novo responsável para a área de Banca Corporativa, mantendo o compromisso de promover quadros nacionais para posições de liderança.Mbingo considera que o desenvolvimento sustentável da organização depende da valorização do conhecimento local.

«“Embora a experiência de profissionais estrangeiros tenha sido fundamental para estabelecer bases sólidas, o valor sustentável em qualquer mercado é construído por pessoas que o conhecem profundamente. A minha confiança no talento moçambicano é inquestionável e estamos comprometidos em criar o espaço e o apoio necessários para que esse talento possa liderar.”»

A instituição pretende ainda ampliar a participação de profissionais moçambicanos em diferentes áreas do Grupo FirstRand, com vista ao reforço de competências e à formação de futuras lideranças.

Banco aposta em inovação e proximidadeNo quadro da expansão das suas operações, o Director de Retalho, Nasser Meggi, verá o seu portofólio alargado para explorar novas oportunidades de negócio nas regiões Centro e Norte do país.

Paralelamente, o banco prepara uma nova abordagem de relacionamento com os clientes, apostando em soluções mais modernas e acessíveis.

«“Uma componente fundamental da nossa estratégia no futuro, passa por reinventar a forma como nos relacionamos com os clientes. À medida que as necessidades evoluem, os modelos tradicionais assentes em balcões terão de ser complementados por soluções mais inovadoras, acessíveis e escaláveis. Regressaremos ao mercado com uma proposta de valor diferenciada, que vai responder, de forma mais eficaz, às expectativas dos clientes actuais e futuros”, concluiu Mbingo.»

Investimentos de valor ou continuar dependente do magro salário?

Entre a pressão do custo de vida e a transformação digital, o marketing digital e de rede posicionam-se como alternativas reais — desde que compreendidos com rigor

A economia mudou — mas a mentalidade ainda não acompanhou

O mercado de trabalho em Moçambique está a atravessar uma transição silenciosa. O emprego formal já não garante estabilidade financeira e, para uma parte significativa da população, o salário mensal tornou-se insuficiente para responder às necessidades básicas.

Ao mesmo tempo, cresce o acesso à internet, às redes sociais e às plataformas digitais. Este cenário abre espaço para novos modelos de geração de rendimento, entre os quais o marketing digital e o marketing de rede.

No entanto, persiste um erro crítico: muitos entram nestas áreas com a expectativa de retorno imediato, sem compreender que se trata de modelos de negócio, e não de mecanismos de rendimento fácil.

Para quem pretende entender este universo com seriedade, orientação e sem ilusões, o contacto directo está disponível: wa.me/258861311000.

Marketing digital e marketing de rede: convergência estratégica

O marketing digital e o marketing de rede não são concorrentes — são complementares.

  • O marketing digital permite alcançar públicos, gerar visibilidade e converter interesse em vendas
  • O marketing de rede estrutura a distribuição, criando sistemas de rendimento baseados em consumo e recomendação

Na prática, quem domina ambos os modelos possui vantagem competitiva. Um produto deixa de depender apenas do contacto físico e passa a circular em ambientes digitais, ampliando o alcance e acelerando resultados.

Mas isso exige método — não improvisação.

Para compreender como integrar estas duas abordagens de forma estruturada e sustentável, é possível obter orientação directa através de: wa.me/258861311000.

O equívoco do “dinheiro fácil”

Uma das maiores distorções associadas ao marketing de rede é a ideia de que se trata de um sistema onde o dinheiro circula sem esforço.

Não é.

Qualquer proposta que sugira ganhos automáticos, sem venda de produtos ou sem actividade consistente, deve ser analisada com cautela.

O marketing de rede legítimo baseia-se em três elementos fundamentais:

  • Produto ou serviço com valor real
  • Rede de consumidores e distribuidores
  • Sistema de compensação transparente

Sem estes elementos, não há sustentabilidade.

Por isso, antes de aderir a qualquer projecto, o mais prudente é procurar esclarecimento. Um ponto de contacto disponível para esse efeito é: wa.me/258861311000.

Rendimento extra: estratégia, não substituição imediata

Outro erro recorrente é abandonar a fonte principal de rendimento na expectativa de ganhos rápidos no marketing digital ou de rede.

Essa abordagem tende a falhar.

O modelo mais eficaz é o de transição progressiva:

  • Manter o emprego actual
  • Dedicar algumas horas por dia à construção de uma nova fonte de rendimento
  • Reinvestir os ganhos iniciais
  • Escalar gradualmente

Com disciplina, é possível transformar uma actividade paralela numa fonte relevante de rendimento. Mas isso não ocorre por acaso — resulta de consistência operacional.

Para quem pretende estruturar essa transição com orientação prática, o contacto continua disponível: wa.me/258861311000.

Investir 10 mil meticais: ponto de partida, não garantia

O marketing de rede apresenta uma vantagem clara: a baixa barreira de entrada. Com cerca de 10.000 meticais, é possível iniciar actividade em muitos sistemas estruturados.

Este valor normalmente cobre:

  • Aquisição inicial de produtos
  • Formação básica
  • Acesso à rede e ferramentas

Contudo, é essencial compreender:
o investimento inicial não determina o sucesso — a execução sim.

Existem casos de pessoas que, com esse nível de entrada, conseguem escalar os seus rendimentos. Mas esses resultados estão associados a:

  • Conhecimento do produto
  • Capacidade de comunicação
  • Consistência nas acções diárias
  • Uso estratégico de plataformas digitais

Para entender como transformar um investimento inicial em crescimento sustentável, com clareza e sem falsas promessas, o canal de apoio está acessível: wa.me/258861311000.

Marketing de rede com valor: produto primeiro, sempre

A credibilidade do sistema depende directamente daquilo que é comercializado.

Empresas sérias operam com:

  • Produtos consumíveis ou serviços com procura real
  • Preços competitivos
  • Benefícios claros para o consumidor

Quando o foco permanece no produto, o crescimento torna-se orgânico. Quando se desloca apenas para o recrutamento, o sistema fragiliza-se.

É neste ponto que muitos falham — e é também aqui que a orientação faz diferença.

Para evitar erros comuns e compreender como identificar um modelo legítimo, o contacto de referência mantém-se: wa.me/258861311000.

Conclusão: decisão entre dependência e construção

A escolha central não é entre marketing digital, marketing de rede ou emprego formal.

A escolha é entre:

  • Dependência exclusiva de um salário limitado
  • Ou construção gradual de múltiplas fontes de rendimento

O marketing digital e o marketing de rede, quando bem compreendidos, oferecem uma via possível — não garantida, mas estruturada — para quem pretende diversificar rendimentos com base em trabalho real.

Sem ilusões. Sem atalhos.

Apenas com estratégia, disciplina e informação correcta.

Economia africana deve crescer 4% em 2026, aponta relatório das Nações Unidas

A economia africana deverá registar crescimento de 4,0% em 2026 e 4,1% em 2027, após expandir 3,5% em 2024 e 3,9% em 2025, segundo o relatório “Situação Económica Mundial e Perspectivas 2026” divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O documento indica que a aceleração económica será impulsionada por maior estabilidade macroeconómica em várias das maiores economias do continente, embora persistam desafios estruturais que continuam a limitar o desenvolvimento inclusivo.

Dívida elevada e inflação alimentar preocupam

Apesar das perspectivas positivas, o relatório alerta que o elevado custo do serviço da dívida pública, o espaço fiscal limitado e a inflação dos alimentos continuam a representar obstáculos importantes para o crescimento sustentável.

Segundo as estimativas da ONU:

  • A dívida pública média em África deverá atingir 63% do PIB em 2025
  • Os pagamentos de juros poderão absorver cerca de 15% das receitas públicas

Além disso, cerca de 40% dos países africanos encontram-se em situação de sobre-endividamento ou em risco elevado, com vários governos a procurar reestruturação da dívida através do quadro comum do G20.

Crescimento varia entre regiões africanas

O desempenho económico deverá ser desigual entre as diferentes sub-regiões do continente.

África Oriental lidera crescimento

A África Oriental deverá registar o crescimento mais forte, atingindo 5,8% em 2026, acima dos 5,4% previstos para 2025.

Este desempenho será impulsionado sobretudo por economias como:

  • Etiópia
  • Quénia

A integração regional e o investimento em energias renováveis também deverão contribuir para a expansão económica da região.

Outras regiões

O relatório apresenta as seguintes previsões:

  • Norte de África: 4,1% em 2026 (ligeira desaceleração face a 4,3% em 2025)
  • África Ocidental: 4,4% em 2026 (após 4,6% em 2025)
  • África Central: 3,0% em 2026 (após 2,8% em 2025)
  • África Austral: 2,0% em 2026 (após 1,6% em 2025)

A África Austral, onde se encontra Moçambique, continuará a apresentar crescimento mais moderado, refletindo desafios estruturais e pressões económicas globais.

Comércio africano cresce, mas enfrenta riscos

O relatório destaca que o comércio africano registou crescimento em 2025, impulsionado principalmente por:

  • exportações de metais preciosos
  • exportações de produtos agrícolas
  • aumento das importações de equipamentos de transporte

Contudo, a ONU alerta para riscos associados a políticas comerciais internacionais, incluindo desafios ligados à African Growth and Opportunity Act (AGOA), legislação norte-americana que facilita o acesso de exportações africanas ao mercado dos Estados Unidos.

Outro desafio apontado é o avanço ainda lento e desigual da implementação da Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA), iniciativa considerada crucial para fortalecer o comércio intra-africano.

Economia mundial cresce abaixo da média histórica

No cenário global, o relatório prevê que a economia mundial cresça 2,7% em 2026, ligeiramente abaixo dos 2,8% estimados para 2025 e ainda distante da média pré-pandemia de 3,2%.

Entre os factores que continuam a pressionar o crescimento global estão:

  • tensões comerciais internacionais
  • choques climáticos
  • inflação persistente
  • incerteza geopolítica

Apelo a maior cooperação internacional

Face aos desafios, a ONU defende maior coordenação multilateral entre os países, sublinhando a necessidade de reforçar a confiança no sistema global de comércio.

O relatório recomenda restaurar a previsibilidade económica e reforçar o compromisso com um sistema comercial aberto e baseado em regras, considerado essencial para sustentar o crescimento e o desenvolvimento nos países em desenvolvimento.