A bastonária da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique (OEM), Maria Lourenço, veio a público rejeitar categoricamente as acusações de estar a tentar prolongar o seu mandato e impedir a realização das eleições para a nova direcção da agremiação profissional.
Em declarações recentes, Maria Lourenço classificou as alegações como “infundadas e politicamente motivadas”, assegurando que não tem qualquer pretensão de permanecer no cargo após o término do seu mandato.
“Não tenho intenção de continuar à frente da Ordem. O meu compromisso sempre foi com a classe dos enfermeiros e com a dignificação da profissão, não com o poder”, afirmou.
As declarações surgem depois de um grupo de profissionais ter acusado a direcção da OEM de deliberadamente atrasar o processo eleitoral, alegando falta de transparência e irregularidades nos procedimentos internos.
Maria Lourenço, por sua vez, garantiu que a Comissão Eleitoral está a trabalhar para assegurar que as próximas eleições decorram “de forma justa, transparente e conforme os estatutos da Ordem”. Sublinhou ainda que a instituição enfrenta desafios administrativos e financeiros, mas que “nada justifica interpretações mal-intencionadas sobre a continuidade da actual direcção”.
“O mandato termina, e termina dentro da legalidade. Se há vozes que querem criar instabilidade, devem fazê-lo dentro dos canais próprios, com ética e respeito pela classe”, acrescentou.
A bastonária aproveitou a ocasião para apelar à união dos profissionais de enfermagem, destacando que “a Ordem não pode ser palco de divisões internas, mas sim uma casa de defesa dos interesses dos enfermeiros”.
Enquanto se aguarda a divulgação oficial do calendário eleitoral, o clima dentro da classe permanece tenso, com sectores a exigirem maior clareza sobre os prazos e procedimentos. Entretanto, a Ordem dos Enfermeiros reafirma o seu compromisso com a transparência e legalidade do processo sucessório.
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