Está adiado para 27 de Fevereiro, à escala nacional, o arranque do ano lectivo-2026, inicialmente previsto para 30 deste mês, pelo facto de muitas escolas estarem destruídas, inundadas ou a acolher provisoriamente vítimas das cheias e inundações.
A decisão foi anunciada ontem pelo porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, à saída da II Sessão Ordinária do Conselho de Ministros,que teve lugar ontem na cidade de Xai-Xai, em Gaza.
Na ocasião, referiu, por exemplo, que 431 escolasforam afectadas e 281 salas de aula destruídas totalmente. Para além disso,80 estabelecimentos são usados como centros de acolhimento, enquanto outros 218 encontram-sesitiados.
Em virtude de por estas alturas do ano o país viver ciclicamente cenários de cheias, o Governo reconhece a necessidade de se repensar e adoptar-se um calendário escolar que atendaa esta realidade.
Entretanto, no âmbito da assistência às vítimas das cheias e inundações e com vista a assegurar o funcionamento adequado dos centros de acolhimento e garantir o acesso contínuo à água potável e energia eléctrica, o Conselho de Ministros decidiu anular as dívidas de consumo destes recursos, de Outubro a Dezembro de 2025, nas unidades que albergam os afectados. Ficam também isentas das facturas dos consumos de Janeiro a Março de 2026.
Decidiu, ainda, substituir os contadores pré-pagos por contadores pós-pago de energia nos centros de acolhimento, de modo que os consumos sejam suportadas pela Electricidade de Moçambique.
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