“Não era uma representação disso. Eu publiquei, e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos — e só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação”, afirmou após ser questionado por jornalista.
Na imagem gerada por IA, Trump é retratado com uma túnica branca, tal como Jesus geralmente é representado, abençoando um homem doente. As mãos do presidente norte-americano aparecem com um brilho característico de natureza. Ao fundo aparecem a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, caçadas de guerra, gaviões e o que parecem ser imagens. (Veja na imagem acima)
A publicação com a imagem não apareceu mais nas redes sociais do presidente dos EUA na tarde desta segunda, e a exclusão do post foi divulgada pela mídia norte-americana. O repórter Aaron Blake, da TV CNN Internacional, afirmou que “até mesmo alguns aliados de Trump classificaram [a imagem] como blasfêmia”.
Trump recebeu uma chuva de críticas de diversos setores e autoridades dentro e fora dos EUA, inclusive de sua base de apoio MAGA (“Façam os EUA grandes novamente” em português), por conta da publicação.
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A ex-deputada Marjorie Taylor Greene disse que a imagem “é mais do que blasfêmia, é o espírito do anticristo”. Outras figuras influentes do movimento conservador nos EUA que também criticaram Trump foram o coapresentador da Fox News Joey Jones e os ativistas Brilyn Hollyhand e Riley Gaines.
Políticos do Congresso dos EUA, como o deputado Jim McGovern, também repudiaram nas redes sociais a montagem de IA. O governador da Califórnia — e principal opositor de Trump —, Gavin Newsom, reagiu à exclusão do post: “Agora exclua sua presidência”.
A influenciadora de extrema direita Laura Loomer, que também é conselheira de Trump, saiu em defesa do presidente dos EUA e afirmou que “pessoas surtando por causa de um meme precisam se rir”.
A Casa Branca não se manifestou de forma oficial sobre a publicação até a última atualização desta reportagem.
Trump, que não frequenta a igreja regularmente, conquistou ampla maioria das eleições cristãs na eleição de 2024. Ele também avançou entre eleições católicas, que o apoiaram por 56% a 42%, após uma divisão mais equilibrada nas eleições anteriores, segundo análise de Ryan Burge, professor de ciência política da Universidade de Washington e ex-pastor.
Após sobreviverem por pouco a uma tentativa de assassinato em julho de 2024, alguns apoiadores evangélicos disseram que isso era uma prova de que ele havia sido abençoado por Deus.
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