Maputo – A população do Bairro 5, em Inhakute, encontra-se em estado de alerta após o desaparecimento de uma criança de apenas dois meses de idade, que, segundo informações confirmadas pela família, foi raptada em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. O caso está a gerar grande comoção social, tendo em conta a vulnerabilidade da vítima e o impacto emocional devastador sobre a mãe, familiares e vizinhos.
De acordo com relatos partilhados pelos residentes locais, a criança desapareceu repentinamente, levando as autoridades policiais a intensificarem as diligências para localizar o paradeiro do recém-nascido. Trata-se de um crime grave que, além de colocar em risco a vida de um bebé indefeso, fere os princípios mais básicos da dignidade humana e da segurança comunitária.
A mãe da criança, identificada como Carolina Mondlane, encontra-se profundamente abalada e clama pela solidariedade de toda a comunidade moçambicana. Quem tiver qualquer informação que possa contribuir para a localização da criança deve contactar imediatamente a Unidade Policial mais próxima ou ligar para o contacto direto da mãe, através do número 861951451.
O apelo é claro: qualquer detalhe pode ser crucial para o desfecho rápido e seguro deste caso. A colaboração entre vizinhos, líderes comunitários e forças policiais é essencial para que o bebé seja encontrado em segurança e para que os autores deste ato sejam responsabilizados criminalmente.
Casos de rapto de crianças, embora não sejam frequentes em Moçambique, têm vindo a preocupar famílias e instituições de defesa dos direitos humanos. Organizações sociais recordam que é dever de todos proteger a infância e denunciar imediatamente situações suspeitas às autoridades competentes.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) reforça o apelo à vigilância e à denúncia anónima, sempre que necessário, destacando que a segurança de menores é uma prioridade nacional.
Para a família Mondlane, cada minuto conta. A esperança mantém-se viva de que a criança seja devolvida ao seio familiar em segurança. Enquanto isso, cresce a onda de solidariedade nas redes sociais, onde centenas de cidadãos já estão a partilhar a mensagem na tentativa de ampliar o alcance da busca.





