O Simpósio sobre a recente Carta Encíclica do Papa Leão XIV, Magnifica Humanitas, aconteceu nesta terça-feira, 13 de outubro, na Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica de Moçambique, com participação de professores, estudantes e colaboradores.
Rogério Maduca – Beira, Moçambique
Discursando na abertura do evento, a Dra. Amina Tingane, Directora Adjunta Pedagógica da Faculdade, explicou que a realização do simpósio representa uma oportunidade importante para o aprofundamento da reflexão académica sobre a dignidade da pessoa humana.
O simpósio foi constituído por um painel com três palestrantes, articulando as perspectivas teológica, tecnológica e a socioeconômica.
Um dos momentos do simpósio sobre a Magnífica Humanitas na UCM-FEG
Na sua explanação e na perspectiva teológica, o Padre Dávio ressaltou que Cristo é o protótipo do homem, lembrando desta forma que Ele é uma referência. A ausência dessa referência, continua o padre, pode tornar o progresso um perigo, ao reduzir a pessoa em um simples dado, uma mera função ou fonte de renda.
Na visão tecnológica, Person Abrantes explicou que as instituições de ensino não devem tentar igualar a velocidade da Inteligência Artificial, devem, sim, oferecer o que o digital não pode – tempo compartilhado em relações de confiança. E também defendeu a necessidade de uma formação continuada na matéria.
Nelson Moda, palestrante do simpósio sobre a Magnifica Humanitas na vertente socioeconômica, também reconheceu as potencialidades da IA, mas alertou com relação ao uso exagerado desta ferramenta, abdicando-se da inteligência natural. Entre as consequências, o palestrante destacou o atrofiamento mental.

Participantes do simpósio sobre Magnifica Humanitas do Papa Leão – foto do grupo
É importante mencionar que este foi, para a Universidade Católica de Moçambique, um espaço de diálogo, compartilhamento de conhecimento e reflexão crítica. Foi ainda uma ocasião oportuna para enriquecer a comunidade acadêmica e de produzir contribuições relevantes para a pesquisa científica e para a sociedade.
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O Simpósio sobre a recente Carta Encíclica do Papa Leão XIV, Magnifica Humanitas, aconteceu nesta terça-feira, 13 de outubro, na Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica de Moçambique, com participação de professores, estudantes e colaboradores.
Rogério Maduca – Beira, Moçambique
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O simpósio foi constituído por um painel com três palestrantes, articulando as perspectivas teológica, tecnológica e a socioeconômica.
Um dos momentos do simpósio sobre a Magnífica Humanitas na UCM-FEG
Na sua explanação e na perspectiva teológica, o Padre Dávio ressaltou que Cristo é o protótipo do homem, lembrando desta forma que Ele é uma referência. A ausência dessa referência, continua o padre, pode tornar o progresso um perigo, ao reduzir a pessoa em um simples dado, uma mera função ou fonte de renda.
Na visão tecnológica, Person Abrantes explicou que as instituições de ensino não devem tentar igualar a velocidade da Inteligência Artificial, devem, sim, oferecer o que o digital não pode – tempo compartilhado em relações de confiança. E também defendeu a necessidade de uma formação continuada na matéria.
Nelson Moda, palestrante do simpósio sobre a Magnifica Humanitas na vertente socioeconômica, também reconheceu as potencialidades da IA, mas alertou com relação ao uso exagerado desta ferramenta, abdicando-se da inteligência natural. Entre as consequências, o palestrante destacou o atrofiamento mental.

Participantes do simpósio sobre Magnifica Humanitas do Papa Leão – foto do grupo
É importante mencionar que este foi, para a Universidade Católica de Moçambique, um espaço de diálogo, compartilhamento de conhecimento e reflexão crítica. Foi ainda uma ocasião oportuna para enriquecer a comunidade acadêmica e de produzir contribuições relevantes para a pesquisa científica e para a sociedade.
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