OSVALDO Camacho, candidato pela lista “B” na eleição do bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique (OrdEM), promete transformar a agremiação numa instituição que defenda os interesses dos engenheiros, bem como devolver a autoridade técnica através da emissão de pareceres sobre projectos públicos.
No seu manifesto apresentado, há dias, aos membros do organismo, o engenheiro e aspirante a bastonário disse que a ordem atravessa um momento crítico.
Anotou que a organização afastou-se dos seus membros, perdeu autoridade técnica, para além de que muitos engenheiros hoje não se sentem incluídos, protegidos e respeitados, razão pela qual a sua candidatura nasce da recusa em aceitar a normalização destes actos.
O candidato da lista “B” propõe-se a repor regulamentos claros, sem interpretações convenientes bem como assegurar processos eleitorais limpos auditáveis e incontestáveis.
Promete igualmente criar um gabinete permanente de defesa do engenheiro, assegurar a intervenção pública da ordem sempre que um membro for injustificado, para além de combater o exercício ilegal da profissão.
Consta ainda do manifesto de Osvaldo Camacho a devolução da autoridade técnica a ordem por forma a acabar com situações de obras públicas mal feitas sem voz técnica independente.
“A ideia é de a agremiação voltar a emitir pareceres técnicos públicos e assegurar a intervenção desta em grandes projectos públicos” anotou.
Mais a fundo, assegurou que caso seja eleito irá criar um programa nacional de integração de jovens engenheiros, formação contínua, pratica e acessível.
As eleições na ordem dos engenheiros decorrem este mês e ocorrem numa altura em que o organismo conta com perto de 10 mil membros dos quais apenas 30 por cento estão em situação regular.





