Rodrigues já a caminho do Sporting, David Moreira e José Silva de viagem para o Gil


Rodrigo Rodrigues já está a caminho de Alcochete, David Moreira e José Silva já estão a caminho de Barcelos. Agora sim está tudo certo neste negócio entre Sporting e Gil Vicente que vai ser oficializado nas próximas horas, assim que completados todos os trâmites burocráticos até às assinaturas, que podem acontecer ainda hoje.

O jovem ponta de 18 anos Rodrigo Rodrigues se prepara então para ser apresentado como reforço leonino para a equipe B, agora treinada por Tiago Fernandes, jogador cujo potencial foi identificado pelos verdes e brancos e que pretendem lapidar.

Rodrigues é internacional sub-19 e apesar de ter feito maior parte do trajeto em 2025/2026 na equipe sub-23 dos gilistas que conquistou a Copa Revelação estreou pelo time principal do galo, participando de quatro partidas pela mão de César Peixoto. Ele assinará contrato válido com os leões até 2031.

Em sentido contrário, do Sporting para o Gil, já seguem então David Moreira e José Silva. A operação, além da troca, não deve ter contrapartidas financeiras, antes partilha de direitos econômicos 50/50 dos passes dos dois jogadores entre leões e gilistas.

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Villas-Boas revela qual foi a contratação mais difícil que fez no FC Porto


André Villas-Boas revelou, em entrevista no podcast Primeiro Toque, que Samu foi a contratação mais complexa que o FC Porto garantiu desde que é presidente dos azuis e brancos.

«Em 2024/25, o Samu, sem dúvida. Foi um negócio que fechamos em 24 horas, de um talento que não poderia estar no mercado. Essa história é muito curiosa, porque houve o fracasso da transferência para o Chelsea, que alegou que o jogador tinha lesões inexistentes», começou por dizer o líder dos dragões.

«Quando cai a mudança para o Chelsea, o jogador ficou no mercado e em 24 sentámo-nos com ele, na sede do Atlético de Madrid e fechámos o negócio sem ninguém saber. Foi algo que nos orgulhou, conseguir atrair para o FC Porto um dos maiores talentos do mundo. É alguém em quem depositamos grandes esperanças para o futuro. É cheio de paixão e emoção, além de todo o talento que tem, que é único», frisou.
Já em relação aos reforços da temporada passada, que terminou com o emblema portista a sagrar-se campeão nacional, Villas-Boas recorda a vinda de Victor Froholdt, MVP da Liga: «Quanto às contratações de 2025/26, todas têm uma história específica. O Froholdt tinha uma transferência apalavrada para a Bundesliga, já depois de o FC Porto ter estado em Copenhaga, mas não se concretizou fruto da falta de acordo entre esses clubes.»

«Tínhamos uma janela de tempo muto curta para atuar e atuamos. Normalmente, esse jogador não deveria estar aqui, mas em outro campeonato», ressaltou.
«A do Kiwior também foi muito especial, é um jogador muito talentoso que vinha da Premier League e tinha vários interessados, incluindo grandes clubes europeus. Adorou o projeto FC Porto e o que ele significava, Só concluímos a transferência no fecho do mercado, porque estava dependente de uma contratação do Arsenal», lembrou o presidente dos dragões sobre o central polonês.

«Todas as transferências contam diferentes histórias, diferentes batalhas que nos orgulham. Uma coisa é certa, uma foto como esta [troféus do FC Porto] atrai muita gente. O FC Porto é o clube nacional com mais títulos no futebol e com mais títulos internacionis. Tem uma história sem paralelo e sem precedentes. Tem muita gente que vê uma foto dessas e quer vir para o FC Porto», finalizou.


Uma entrevista completa com Villas-Boas

Villas-Boas e a mudança de treinador para presidente: Era mais autoritário


Em entrevista no mais recente episódio do podcast Primeiro Toque, publicado esta sexta-feira, André Villas-Boas falou sobre liderança e como mudou o seu estilo desde os tempos de treinador até chegar a presidente do FC Porto.

«O treinador que eu fui na Inglaterra era muito difícil de moldar. Inicialmente, pensei que um líder tinha que ser um só, com os mesmos valores, e que os receptores teriam que se adaptar à minha liderança. Essa foi a grande transformação que tive como líder. Um líder tem que ser capaz de motivar seus atletas, funcionários ou colaboradores», ressaltou o líder máximo dos azuis e brancos.
«E, para que isso aconteça, temos que criar condições para que essas pessoas sejam capazes de colocar todo o seu talento à disposição. Nós, líderes, é que temos que nos adaptar ao que essas pessoas querem ouvir, ao que as faz se transcenderem e ao que as motiva na execução de suas funções, obedecendo a regras específicas dentro de uma organização para que a visão global seja cumprida», acrescentou Villas-Boas, antes de admitir que era mais «autoritário» no início da carreira.
«Eu era um líder muito mais autoritário no início da minha carreira, que era sustentada pela estrutura do FC Porto. Era um treinador-sócio, treinador-torcedor. A experiência na Inglaterra me abriu para uma nova realidade, que depois apliquei com sucesso na continuação da minha carreira. Sou um animal competitivo e fui como treinador. Tive 15 anos de carreira e ganhei sete títulos. Eu gostaria de ter vencido 15 de 15, mas olho para trás com orgulho do que fiz. ‘, destacou.
«O que a presidência me tirou foi a escrita. Eu adorava escrever, adorava filosofar sobre diferentes matérias. Agora praticamente não leio, o que me faz muito mal. Diferentes líderes inspiram-me, sempre fui fascinado por tentar compreender as mentes dos melhores do mundo — Michael Phelps, Michael Jordan, Tiger Woods, Phil Jackson, Pep Guardiola…», disse ainda o presidente dos dragões no podcast.


A entrevista completa de Villas-Boas no ‘podcast’ Primeiro Toque

Nega do Sporting ao Atl. Madrid não faz cair transferência de Hjulmand (os pormenores)


O Atlético de Madrid já colocou as primeiras cartas na mesa de negociação por Morten Hjulmand. Os colchoneros fizeram uma primeira abordagem concreta junto Sporting que marca o início das conversas para a transferência do médio de 27 anos, que já tem apalavrado um acordo com os espanhóis. Seguem-se novas rodadas de negociação que se adivinham complexas com os dois clubes na defesa de seus melhores interesses, porque essa primeira proposta foi rejeitada pelos verdes e brancos. Mas o capitão dos leões segue tendo o Metropolitano como destino provável.

Morten Hjulmand foi convocado pela seleção da Dinamarca, que não se classificou para a Copa do Mundo, para os amistosos de junho. O meia acabou dispensado mas manteve autorização para se apresentar mais tarde na pré-temporada leonina, como Vagiannidis e Kochorashvili, que estiveram a serviço de Grécia e Geórgia, seleções também fora do Mundial. Se o negócio com o Atlético de Madrid avançar rápido, pode fazer com que o dinamarquês não se apresente mais na Academia Cristiano Ronaldo em Alcochete, mesmo que a essa altura os valores ainda estejam longe de satisfazer os leões, como revelou o presidente Frederico Varandas.

Ou seja, a nega não vai fazer o Atlético de Madrid desistir. Mas a bola agora está outra vez do lado colchoneros e se, em outro cenário, as negociações se prolongarem, o próprio Hjulmand não terá problemas para se apresentar em Alvalade. Se assim for, o capitão dos verdes e brancos ainda fica sob as ordens de Rui Borges a partir do dia 7, ou seja, na próxima terça-feira, mesmo que o destino seja traçado para a capital da Espanha.

Nessa primeira abordagem, os colchoneros marcaram posição, avisaram o Sporting de suas intenções, que incluem resgatar o dinamarquês por valor abaixo de 40 milhões de euros, ainda que possam contemplar bônus. Mas os valores que colocaram na mesa foram considerados muito baixos por parte dos verdes e brancos, que elevam a barra.
No último verão, como acontecera anteriormente com Gyokeres, leões e Hjulmand concordaram que o mercado levaria a transferência apenas em 2026. O meia ficava mais um ano de pedra e cal em Alvalade com a garantia de saída sem dificuldade um ano depois. O Atlético de Madrid surge então como o destino, mesmo que as rodadas de negociação tenham que levar a oferta a um patamar mais alto. Isso num momento em que em Alvalade se trata das saídas antes de se voltar a comprar.

Hjulmand, recorde-se, chegou a Alvalade no verão de 2023, vindo do Lecce e a troco de 18 milhões de euros. Ele tem contrato com os leões válido até junho de 2028 e cláusula de rescisão de 80 milhões de euros. Com o Atlético de Madrid já tem acordo para cinco anos, até 2031, com mais uma temporada de opção, agora tem que haver mais conversas com o Sporting para ver confirmada a saída do capitão, três anos e dois títulos de campeão depois e uma Copa também no currículo.

Morten Hjulmand pode então deixar o Sporting após 141 jogos, com dez gols marcados e 12 assistências. O Atlético no entanto tem que subir a aposta.

É a revolução no meio-campo sportinguista que já começou com a saída de Morita em fim de contrato e seguirá com a de Daniel Bragança e a colocação de Kochorashvili. No sentido inverso já foram acauteladas para o setor as entradas do dinamarquês Silas Andersen, do espanhol Sergi Altimira, do italiano Issa Doumbia e do brasileiro Pedro Lima.

«Abaixo do valor o jogador fica!»

Foi na chegada à Arena Liga Portugal, no Porto, e à margem do sorteio dos calendários 2026/2027, que Frederico Varandas revelou que a proposta do Atlético de Madrid havia sido recusada pelos verdes e brancos.

«Está a falar de cenários hipotéticos», começou por responder o presidente do Sporting quando questionado sobre o dossiê Hjulmand e depois de se ter referido à mais recente polémica da arbitragem portuguesa (ver página 21). «Hjulmand é jogador do Sporting. Recebemos uma proposta do Atlético Madrid e rejeitamos», revelou Varandas e explicou o motivo da negativa dada ao clube colchonero: «Está longe do valor que queremos. Estabelecemos um valor justo e adequado à idade, à posição e ao fato de ter três anos de Sporting.»
Frederico Varandas, já em passo mais apressado, disse ainda sobre o tema do capitão de equipa: «O jogador e os agentes sabem qual é esse valor. Com tudo o que seja abaixo desse valor, o jogador fica.»

Cristiano Ronaldo reage nas redes sociais e lembra Diogo Jota



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Cristiano Ronaldo vestiu a camisa 21 de Diogo Jota – Foto: IMAGO


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisa 21 de Diogo Jota – Foto: IMAGO


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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A camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa


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Cristiano Ronaldo vestiu a camisola 21 de Diogo Jota – Foto: Lusa

Golpe de génio e… VAR reerguem a nação valente (crónica)


TORONTO — Ou Roberto Martínez é um génio ou o destino é o maior poeta de todos! O selecionador sacrificou Cristiano Ronaldo para equilibrar o miolo com Rúben Neves, mas deixou em campo o seu instinto de matador sob a pele de Gonçalo Ramos. E o camisola 9 não falhou!

No coração da área, com o faro dos predestinados, o atacante apareceu no lugar certo para fuzilar Livaković e carimbar a virada mais épica da nossa história recente em Copas do Mundo! 2 a 1 no placar! Que explosão monumental nas arquibancadas! Portugal dava a volta no texto com alma, sofrimento, as luvas milagrosas de Diogo Costa e o coração na ponta da bota! Da desvantagem ao gol histórico do capitão Cristiano Ronaldo no 1 a 1, e, por fim, à apoteose na compensação!
O relvado do BMO Field, em Toronto, transformou-se no palco de uma das páginas mais dramáticas, intensas e poéticas da história da Seleção. Num ambiente absolutamente eletrizante, digno de uma grande fase a eliminar de um Campeonato do Mundo, Portugal resgatou a alma das cinzas e operou uma reviravolta memorável diante da sempre personalizada Croácia.
A partida começou sob o signo do equilíbrio tático, com o time apostando em um modelo 4x2x3x1 que buscava o perfume de Vitinha e a velocidade de Pedro Neto. No entanto, a Croácia de Luka Modrić gelou as aspirações lusas ao abrir o placar com Ivan Perišić, obrigando Portugal a correr atrás do prejuízo.
Precisando reagir no segundo tempo, o jogo chegou ao ponto de ebulição aos 61 minutos. Em lance vertiginoso, as arquibancadas explodiram com gol de Cristiano Ronaldo, prontamente anulado pelo VAR por posição irregular.

Longe de desanimar, o time se uniu e Martínez arriscou tudo em uma revolução aos 63 minutos: Vitinha, Pedro Neto, Bruno Fernandes e João Cancelo saíram para as entradas de Bernardo Silva, Francisco Conceição, Gonçalo Ramos e Nelson Semedo.

Foi então que a mística entrou em campo. Cristiano Ronaldo virou-se para as bancadas e, num gesto enérgico, puxou pelo público de Toronto, que respondeu com um rugido ensurdecedor. O embalo surtiu efeito imediato.
Ao minuto 65, na sequência de uma bola na área, Renato Veiga foi derrubado. Alertado pelo VAR, o árbitro visualizou as imagens no monitor e assinalou a grande penalidade.
Na marca dos onze metros, aos 67 minutos, o capitão assumiu a responsabilidade. Contra Livakovic, Ronaldo não tremeu e fez as redes se beijarem, quebrando o enguiço: foi o primeiro gol de sua carreira em mata-mata de Copas do Mundo, justamente no mesmo gramado onde em 2009 marcou seu primeiro gol (de bola corrida) com a camisa do Real Madrid.

Após uma curta pausa para hidratação, o jogo quebrou completamente. As linhas adiantadas abriram um buraco no meio-campo e a Croácia ameaçou o colapso. Mateo Kovacic disparou primeiro no poste e depois obrigou Diogo Costa a um voo divino.
Aos 77 minutos, Igor Matanović apareceu isolado, mas o arqueiro brasileiro voltou a vestir a capa de super-herói com uma mancha milagrosa. Percebendo o perigo, Martínez foi corajoso: tirou Ronaldo e colocou Rúben Neves aos 81′. A equipe se equilibrou para os mais de 20 minutos que ainda se seguiram.
E foi, então, que, aos 90+4′, Rafael Leão, com uma arrancada fantástica, desenhou um passe perfeito e milimétrico para Ramos fuzilar. No banco, Cristiano Ronaldo correu desalmadamente para o campo para abraçar seu pupilo, comemorando com a alma de um mentor orgulhoso.
Mas o roteiro desta noite louca ainda guardava o golpe de teatro definitivo. Aos 90+13 minutos, no último suspiro dos acréscimos, a Croácia gelou Toronto ao restabelecer o empate.O BMO Field emudeceu, os jogadores lusos caíram por terra, mas o destino tinha contornos tecnológicos. Alertado pelo VAR para uma posição irregular no início do lance, o árbitro marchou até o monitor e, após segundos de pura agonia, invalidou o gol balcânico. Fez-se justiça. Portugal venceu com alma e, agora, a Espanha segue nas oitavas de final.

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Sporting: foi campeão nacional mas vai jogar sobretudo nos bês


Eduardo Felicíssimo, 19 anos, campeão nacional pelo Sporting em 2024/25, é um dos talentos leoninos que se treina com o elenco principal mas, segundo BOLA apurou, será majoritariamente utilizado na equipe B em 2026/27.
Partindo desse pressuposto, o volante nascido no Montijo é um dos que pagarão a conta do alto número de meias que Rui Borges terá à disposição para o que está por vir, pois Silas Andersen, Issa Doumbia, Sergi Altimira e Pedro Lima foram contratados; João Simões segue lesionado, enquanto Hjulmand, Daniel Bragança e Kochorashvili, para todos os efeitos, ainda não saíram.

Face ao contexto apresentado, a estrutura do futebol leonino entende que o mais proveitoso é o jovem integrar os treinos dos principais mas somar minutos nos bês na sempre competitiva Liga 2.

O atleta foi chamado por Rui Borges para oito encontros em 2024/25 quando as lesões limitaram as opções do treinador para a zona intermediária. Na temporada seguinte, atuou apenas em uma partida entre o elenco principal, nomeadamente em um confronto com o Rio Ave (4 a 1) já na fase final da temporada.
O jogador, por seu turno, está consciente de que o melhor será continuar a competir com regularidade e perto de Rui Borges, a menos que surja um convite tentador de um clube da Liga que todos considerem benéfico para os lados envolvidos. No entanto, por hoje, é um cenário pouco provável…

Marítimo: Se vivermos apenas da história, não vamos chegar a lado nenhum


Carlos André Gomes, presidente do Marítimo, projetou nesta quinta-feira a nova temporada, que marca o retorno dos insulares à elite do futebol nacional.

«Em primeiro lugar, deixo uma palavra de solidariedade para a Venezuela, um país que tem uma comunidade madeirense muito grande e que passou recentemente por uma tragédia. Isso sempre vem para lembrar que a vida é sempre mais importante que qualquer evento. O Marítimo volta à Primeira Liga, fruto do trabalho de um grupo muito unido, que defendeu dois objetivos que colocamos de início, que foram honrar a história do Marítimo e fazê-lo voltar à Primeira Liga. Esse trabalho foi concluído brilhantemente pelos jogadores, comissão técnica, funcionários e, acima de tudo, pelo apoio incondicional dos nossos adeptos», frisou o líder máximo dos maritimistas, em declarações à margem da gala da Liga que teve lugar no Porto, esta quinta-feira.

«Foi um ano de glória. Temos de ter a consciência que a Primeira Liga é sempre mais difícil e, por isso, devemos manter a mesma união, o mesmo espírito de sacrifício e, acima de tudo, o respeito pelos adversários e tentar conquistar o sucesso. Se vivermos apenas da história, não vamos chegar a lado nenhum. O que é importante agora é saber que tivemos sucesso no passado, mas se quisermos ter sucesso no futuro temos de continuar com o trabalho e o sacrifício», acrescentou.

William Gomes, Luís Figo e Jorge Jesus: todos os prémios da gala da Liga


Após definir os calendários completos dos dois campeonatos profissionais, aconteceu, na Arena Liga Portugal, no Porto, a premiação relativa à temporada passada (2025/26).
Prémio Fair-play da Liga: Aves SAD

Prémio Fair-play da Liga 2: Portimonense

Prémio Fair-play individual da Liga: Gabriel Batista (Santa Clara)

Prémio Fair-play individual da Liga 2: Vozinha (Chaves)

Melhor árbitro: João Pinheiro

Prémio «O Futebol Não Pára» da Liga: SC Braga

Prémio «O Futebol Não Pára» da Liga 2: Torreense

Gol do Ano da Liga: William Gomes (FC Porto, contra o Sporting, na 4.ª jornada)

Gol do Ano da Liga 2:
Zé Ricardo (Feirense, contra a Oliveirense, na 33ª rodada)

Prémio Reconhecimento Internacional: Abel Ferreira (Palmeiras)

Prêmio Prestígio: Luís Figo

Prémio Mérito Desportivo: Jorge Jesus

Prémio Responsabilidade Social:
Moreirense

Prémio Liga Portugal: Gonçalo Lopes, presidente da Câmara Municipal de Leiria

Prémio Uma Liga para Todos: Valentim Loureiro

Valentim Loureiro recebe prémio: Não vou dizer que não mereço…


Valentim Loureiro, histórico presidente do Boavista e da Liga, marcou presença na gala Liga Portugal Awards, que aconteceu nesta quinta-feira no Porto, e foi premiado com o prêmio Uma Liga para Todos.

«Hoje, é uma pena o que está acontecendo no Boavista. Lembro o quanto trabalhei e o quanto o Boavista e a Liga se afirmaram. Agradeço essa distinção, que não vou dizer que não mereço, não deixa de ser justa. Realmente, quem trabalhou mais? Agradeço a quem me distinguiu com este prêmio. Espero que quem está no esporte e no futebol que continuem proporcionando a prática esportiva», começou por dizer.
«Terei sido o que menos merecia o prêmio… Não contava, sinceramente. Tenho muito a ver com a Liga e estou feliz em ver a Liga se firmar. Ver Pedro Proença e agora Reinaldo Teixeira, gente capaz de afirmar o futebol em Portugal», concluiu o ex-dirigente, de 87 anos.

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