Confiança não se pede. Constrói-se, todos os dias, no balcão.
Explicar procedimentos, prazos e limitações evita conflitos. O cidadão aceita atrasos, mas não aceita ser tratado como ignorante.
Abrir e fechar no horário oficial é um gesto simples que gera confiança imediata. Atrasos constantes transmitem desprezo institucional.
O utente não é responsável pelos problemas internos do serviço. Profissionalismo é isso: saber separar.
Quando cada funcionário dá uma informação diferente, a credibilidade do serviço cai. Regras claras protegem o funcionário e o cidadão.
Um funcionário que sabe que será avaliado atende melhor. Onde há ética, há respeito mútuo.
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