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UNITA diz que votou contra OGE-2026 devido má distribuição dos recursos – ANGONOTÍCIAS
O Grupo Parlamentar da UNITA votou contra o OGE 2026, justificando que as razões se prendem, fundamentalmente, com a “má” distribuição dos recursos, que, no seu entender, ignora e marginaliza as famílias.
De acordo com o vice-presidente, deputado Faustino Mumbica, a UNITA considera ainda insuficientes as verbas alocadas aos sectores-chave, como a saúde e a agricultura.
Pelo Grupo Parlamentar do MPLA, o deputado Jorge Uefu justificou o voto favorável ao diploma, destacando que o OGE 2026 assenta sobre quatro eixos orientadores, como o reforço social, crescimento económico inclusivo, estabilidade macroeconómica e boa governação pública.
“O equilíbrio do orçamento e a distribuição eficiente de recursos, com 25% destinados ao sector social, um aumento de salarial de 10%. Disse ainda que não existe um orçamento capaz de resolver todos os problemas do país num único exercício, mas que o documento prioriza sectores estratégicos como saúde, educação, protecção social, agricultura, energia e água, permitindo ao Executivo avançar sem comprometer a estabilidade macroeconómica”, sublinhou.
O PHA votou a favor do OGE 2026. A deputada Florbela Malaquias, que falou em nome do partido, defendeu a necessidade de Angola evoluir para um modelo integrado, sobretudo no domínio social e da inovação conceptual, recomendando que, nos próximos orçamentos, haja maior atenção às áreas de apoio à mulher, às famílias vulneráveis, à formação, à acção e protecção social, bem como aos idosos e às pessoas com deficiência.
“O voto favorável representa um compromisso com a estabilidade do Estado, mas também um momento de reflexão sobre a estrutura do OGE, de modo a melhor servir o país”, frisou.
Quem também votou a favor do OGE-2026 foi o PRS, embora tenha manifestado discordância quanto ao modelo de gestão político-administrativa que, no seu entendimento, tende a promover assimetrias regionais.
O deputado Benedito Daniel, em representação do partido, afirmou não concordar com a classificação das províncias em diferentes níveis ou categorias de desenvolvimento, nomeadamente aquelas associadas aos polos industriais e à exploração petrolífera, cujo crescimento é perspectivado a curto prazo.
Os deputados à Assembleia Nacional aprovaram hoje, 15, o Relatório Parecer Conjunto (RPC) da Lei que aprova o Orçamento Geral do Estado (OGE) para o Exercício Económico de 2026, acto que contou com a presença do Executivo.
O documento, aprovado com 120 votos a favor, 79 contra e nenhuma abstenção, para além de constatações, apresenta 55 recomendações, com foco na melhoria da despesa pública, na transparência da alocação de recursos, na diversificação da economia e no controlo da dívida pública.
Recorde-se que o OGE 2026 estima receitas em cerca de 33,24 biliões de kwanzas e fixa despesas em igual montante.
Kast defende corredor de devolução de imigrantes
O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, defendeu nesta terça-feira (16) a criação de um “corredor humanitário de devolução” para imigrantes em situação irregular. A declaração foi dada em Buenos Aires, após encontro com o presidente argentino, Javier Milei.
Índice de aprovação de Trump cai para 39% em meio a preocupações econômicas: pesquisa nos EUA
A pesquisa Reuters/Ipsos sugere que os americanos estão cada vez mais insatisfeitos com a forma como Trump lida com a economia.
Publicado em 16 de dezembro de 2025
Uma nova pesquisa sugere que o número de pessoas nos Estados Unidos que aprovam o trabalho que Donald Trump está fazendo como presidente caiu para 39 por cento, à medida que crescem as preocupações com o estado da economia.
A pesquisa divulgada pela Reuters/Ipsos na terça-feira indicou que o índice de aprovação de Trump caiu cerca de 2 pontos em relação aos 41 por cento do início deste mês, um declínio impulsionado em parte pela crescente insatisfação econômica entre os membros do próprio Partido Republicano de Trump.
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Apenas 33 por cento dos entrevistados expressaram aprovação à forma como Trump lida com as questões económicas, o nível mais baixo desde que assumiu o cargo pela segunda vez em Janeiro.
Os crescentes problemas de acessibilidade podem ser uma séria responsabilidade política para Trump e os seus aliados, que fizeram campanha em 2024 com a promessa de enfrentar a inflação e as preocupações em torno do custo de vida.
Uma pesquisa recente do Politico encontrou altos níveis de ansiedade nos EUA em relação despesas como saúde, mantimentos e habitação, com 55 por cento dos entrevistados atribuindo As políticas de Trump alguma responsabilidade pelo aumento dos preços dos alimentos.
A pesquisa Reuters/Ipsos também sugeriu que o índice de aprovação de Trump em questões de custo de vida caiu para 27 por cento, ante 31 por cento no início de dezembro. Entre os republicanos, a aprovação da sua gestão da economia caiu de 78% para 72%.
‘Idade de ouro’
Trump negou que o aumento dos preços esteja a pressionar os americanos, chamando as preocupações sobre a acessibilidade dos preços como uma “farsa” perpetrada pela cobertura hostil dos meios de comunicação social e pelos rivais democratas e insistindo que a economia dos EUA está numa “era de ouro”. Em declarações na semana passada, Trump disse que estava a “esmagar” a inflação e que “os preços estão a descer tremendamente”.
Alguns democratas adoraram ver Trump repetir os argumentos do seu antecessor democrata, Joe Biden, que foi criticado por insistir durante a sua presidência de 2021-2025 que as frustrações dos americanos com a inflação e o custo de vida estavam a ser exageradas.
Embora o índice de aprovação de Trump tenha diminuído de um máximo de 47 por cento quando regressou pela primeira vez à Casa Branca, o seu índice manteve-se relativamente estável ao longo dos últimos meses, com ligeiros aumentos e diminuições entre os 30 e os 40 anos.
