Minha aliança com Buhari removeu o presidente em exercício, Jonathan – relata Tinubu

O presidente Bola Tinubu revelou na segunda-feira como construiu uma coalizão com o falecido ex-presidente Muhammadu Buhari.

Tinubu disse que a coalizão que construiu com o falecido Buhari levou à destituição de um ex-presidente.

Buhari, Tinubu e o Congresso de Todos os Progressistas trabalharam contra a reeleição do ex-presidente Goodluck Jonathan em 2015.

Jonathan, que cumpriu apenas um mandato, perdeu as eleições presidenciais para Buhari e isso foi atribuído à influência de Tinubu na época.

No entanto, Tinubu, ao relatar a sua passagem política com Buhari, disse que o seu antecessor deixou para trás uma reputação de integridade.

Tinubu falou durante o lançamento da biografia oficial de Buhari “De Soldado a Estadista: O Legado de Muhammadu Buhari” na Vila Presidencial em Abuja.

De acordo com Tinubu: “O presidente Muhammadu Buhari deixou para trás uma reputação de integridade, um estilo de vida espartano e a crença de que o cargo público é uma confiança e não uma sorte inesperada.

“Juntos, construímos uma ampla coligação, fizemos campanha em todo o país e provámos que a Nigéria poderia traçar um novo rumo.

“O nosso movimento uniu diversos interesses e alcançou uma vitória histórica em 2015 ao destituir um presidente em exercício, remodelando assim o cenário político da Nigéria.”

O presidente também notou o crescimento da sua aliança política e do APC, dizendo: “A coligação que construímos em 2014 é hoje o partido político que mais cresce em África. O seu crescimento continua.”

Tinubu delineou os principais pilares do legado de Buhari para incluir humildade, segurança, visão e justiça social.

“O presidente Buhari preferiu a simplicidade à ornamentação.

“Ele acreditava que um líder deve primeiro disciplinar-se antes de poder disciplinar um sistema”, disse Tinubu.

Sobre a segurança, acrescentou: “Ele investiu em plataformas e pessoal, melhorou as capacidades das nossas forças armadas e pressionou por reformas que perduraram para além das manchetes”.

Cerca de três mil reclusos vão usar pulseiras electrónicas – O País – A verdade como notícia


O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos lançou, nesta segunda-feira, o projecto-piloto de monitoração de reclusos através de pulseiras electrónicas. Com a implementação desta medida, que vai abranger três mil reclusos que cumprirão penas de prisão domiciliar, o Estado vai poupar cerca de 360 milhões de meticais por ano, dos mais de três mil milhões que gasta para manter os prisioneiros nas cadeias.

No âmbito do lançamento do projecto-piloto das pulseiras electrónicas, foi inaugurada uma sala de comando que contará com equipas em serviço durante 24 horas por dia, para garantir a monitoração dos movimentos dos reclusos que passam a cumprir pena de prisão domiciliar, mas controlados através de dispositivos electrónicos.

Trata-se de uma iniciativa que visa aliviar os desafios enfrentados no sistema nacional penitenciário, que actualmente apresenta uma superlotação de mais de 200 por cento, o que se traduz num custo de cerca de três mil milhões de meticais ao Estado por ano.

“O sistema penitenciário enfrenta um desafio estrutural que exige respostas inovadoras e responsáveis. Administra actualmente cerca de 20 mil reclusos, uma superlotação que se traduz num custo elevado para o Estado, pois, em média, Moçambique gasta três mil milhões de meticais por ano para manter o sistema penitenciário em funcionamentoâ€, referiu Mateus Saize, ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.

O projecto vai permitir uma redução imediata das despesas do Estado para o sector da justiça em cerca de 360 milhões de meticais por ano.

“A introdução inicial de três mil pulseiras electrónicas constituirá um passo estratégico rumo à humanização dos estabelecimentos penitenciários, pois aliviará a pressão sobre o sistema  penitenciário e permitirá a redução imediata das despesas do Estado para este sector, de cerca de 360 milhões de meticais por ano, o equivalente a 12 por cento do orçamento anual do Serviço Nacional Penitenciárioâ€, disse.

Deste modo, o Estado, que tem gastado cerca de 150 mil meticais por cada recluso anualmente, passará a gastar 30 mil meticais.

“Cada recluso em regime fechado gasta aproximadamente 150 mil meticais anualmente. Segundo cálculos, um recluso sob monitoração electrónica representa uma redução em cerca de cinco vezes, o que significa que gastará cerca de 30 mil meticais por anoâ€, acrescentou.

O Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime, que oferece, não só apoio financeiro, mas também técnico para o projecto, expressou orgulho em participar no projecto e poderá usar de diversas regras para contribuir na eficiência do projecto.

Com esta iniciativa, cidadãos poderão cumprir penas sem estar no espaço penitenciário, o que, para o ministro da Justiça, representa marco de novo capítulo na modernização da justiça penal em Moçambique.

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Preços de produtos essenciais disparam em Maputo com aproximação da quadra festiva

Cebola, ovos e carne de porco sobem nos principais mercados grossistas da capital

A cidade de Maputo enfrenta uma forte pressão no custo de vida devido à subida dos preços de produtos essenciais. Com a quadra festiva cada vez mais próxima, itens como cebola, batata, ovos, óleo alimentar e carne registam aumentos expressivos nos principais mercados grossistas.

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Mais oficiais superiores subalternos para o combate ao terrorismo – O País – A verdade como notícia


O Presidente da República orientou hoje a cerimónia de graduação na Academia Militar Samora Machel em Nampula e desafiou o novo efectivo de militares a contribuir na luta contra o terrorismo.

É a décima oitava cerimónia de graduação na Academia Militar Marechar Samora Moisés Machel, em Nampula. O evento contou com a presença do Presidente da República que no seu discurso falou do contributo que o país espera destes na luta contra o terrorismo.

“A partir de hoje, passam a integrar os quadros permanentes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Este feito impõe-vos uma responsabilidade acrescida: defender a soberania, a integridade territorial, a independência nacional, a liberdade do povo moçambicano e o povo. Isto tudo deve ser feito com profissionalismo, responsabilidade, competência, coragem, bravura e éticaâ€, disse Daniel Chapo, Presidente da República.

Trata-se de oficiais superiores subalternos dos três ramos das Forças Armadas, nomeadamente, o Exército, a Marinha de Guerra e a Força Aérea.

“É imperioso garantir a permanente prontidão das Forças Armadas para responderem, tanto a cenários militares convencionais, como a ameaças não militares, sempre com uma gestão criteriosa e responsável dos nossos recursos públicos. Queremos um sector da Defesa forte, profissional e eficaz, capaz de assegurar a estabilidade securitária do Estado moçambicano, criando as condições políticas necessárias para a implementação das bases da nossa Independência Económica, um projecto nacional, cujos resultados já começamos a lançar os seus alicerces e são encorajadoresâ€.

Daniel Chapo, aproveitou a ocasião para deixar uma mensagem de encorajamento aos militares que estão no Teatro Operacionao Norte a lutar contra o terrorismo.

“Não nos esquecemos dos membros das Forças de Defesa e Segurança, aos integrantes da Força Local, assim como os nossos aliados do Ruanda, a quem enaltecemos e agradecemos, por combaterem o terrorismo de forma destemida e sem tréguas, quer faça sol, faça frio, faça chuva ou faça vento, 24/24 horas, de Segunda a Segunda, nas matas de Cabo Delgado, nas matas de Eráti, de Memba e da zona de Mecula na Província de Niassaâ€.

 A cerimónia desta segunda-feira terminou com uma exibição aérea de pilotos aviadores formados que fazem parte dos graduados.

Moçambique com 3 mil pulseiras eletrónicas para aliviar sistema prisional

Esta medida “aliviará a pressão sobre o sistema penitenciário e permitirá a redução imediata das despesas do Estado para este setor”, disse Mateus Saize, ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos moçambicano, durante o lançamento do projeto-piloto de pulseiras eletrónicas, em Maputo.

O governante moçambicano explicou que isto representará a redução para 30 mil meticais (404,3 euros) dos cerca de 150 mil meticais (dois mil euros) gastos atualmente por ano, por cada recluso, uma diferença que, para Mateus Saize, “evidencia a urgência de adotar soluções inteligentes, sustentáveis e alinhadas com as melhores práticas internacionais”.

O lançamento das pulseiras demonstra também uma evolução da justiça moçambicana para “um modelo que combina firmeza, eficiência, racionalidade económica e respeito pelos direitos humanos”, afirmou o ministro da Justiça, recordando que a privação de liberdade não deve ser vista como castigo, mas sim como uma etapa de responsabilização, reeducação e oportunidade de reintegração.

“Sublinho que este projeto representa uma decisão política clara, a de modernizar com coragem, investir com responsabilidade e servir o cidadão com dignidade e respeito pela lei, o que constitui um passo firme na construção de uma justiça mais eficiente, mais humana e mais próxima ao povo”, frisou o Saize.

O ministro explicou ainda, sem avançar detalhes sobre o valor investido, que o equipamento de monitoria está devidamente instalado e em funcionamento, estando uma equipa técnica composta por outras Forças de Defesa e Segurança que poderão intervir em resposta “a quaisquer situações de alerta de violação das regras de uso das pulseiras”.

A colocação das pulseiras aguarda ainda pela “seleção criteriosa” dos reclusos, num processo que envolve o tribunal, o Ministério Público e o Serviço Nacional Penitenciário (Sernap), disse o governante, referindo que Moçambique gasta, em média, três mil milhões de meticais (40 milhões de euros) por ano para manter o sistema penitenciário em funcionamento.

O ministro referiu ainda que as poupanças acumuladas permitirão que, num horizonte de cinco anos, o país possa canalizar mais de 1,8 mil milhões de meticais(24 milhões de euros) para “prioridades essenciais, como a melhoria das infraestruturas penitenciárias, o reforço dos programas de reabilitação e reinserção social e o investimento em tecnologias que modernizam e tornam mais eficiente a administração da justiça”.

Moçambique tem um problema de superlotação nas cadeias, albergando cerca de 21.000 presos, para uma capacidade instalada de 4.498, segundo dados do Ministério da Justiça.

O ministro da Justiça anunciou, em novembro, a construção de 13 novos estabelecimentos penitenciários, nos próximos cinco anos, para resolver o problema da superlotação nas cadeias nacionais, que chegam a exceder o dobro da sua capacidade.

Moçambique conta atualmente com quase 160 estabelecimentos prisionais, entre regionais, provinciais e distritais.

Leia Também: Daniel Chapo quer novos militares a influenciar combate ao terrorismo

Escassez de pintos precipita subida de preço de frango em Inhambane – O País – A verdade como notícia


O preço do frango começou a subir de forma visível na província de Inhambane, acendendo um sinal de alerta numa altura em que o consumo tradicionalmente aumenta devido à quadra festiva. O frango, uma das proteínas mais acessíveis para grande parte das famílias, passou dos anteriores 300 para cerca de 350 meticais por unidade, um aumento que pesa directamente no orçamento doméstico e expõe fragilidades estruturais na cadeia de produção avícola local. Avicultores explicam que o encarecimento resulta sobretudo da subida acentuada do preço dos pintos e de outros insumos essenciais, como rações, medicamentos veterinários e custos de transporte.

Na cidade da Maxixe, um dos principais pontos de comercialização de frango na província, o movimento é intenso, mas o cenário está longe de ser homogéneo. Em alguns aviários há frango disponível, enquanto noutros as capoeiras estão praticamente vazias, denunciando que a produção local ficou aquém das previsões iniciais para esta época. Criadores locais, com diferentes escalas de produção, garantem que existe frango no mercado, mas admitem que a oferta é insuficiente para responder plenamente à procura típica da quadra festiva.

Entre vendedores e compradores, o discurso é marcado por cautela. Há quem assegure que o frango existe, mas ainda não atingiu o peso ideal para o abate. Outros reconhecem que a escassez de pintos nos últimos meses comprometeu seriamente o planeamento da produção. Luísa Manuel, vendedeira de frango na cidade da Maxixe, explica que muitos criadores até têm aves, mas estas ainda estão em fase de crescimento. “Aqui na cidade da Maxixe existe frango, são muitos nas capoeiras, só que ainda não cresceramâ€, afirma, deixando claro que o problema não é apenas a ausência total de produção, mas a incapacidade de colocar frango pronto para venda no momento certo.

Apesar destas garantias pontuais, a realidade revela-se mais dura quando se observa o interior de vários aviários. Capoeiras vazias tornaram-se um retrato silencioso de uma crise que começou meses antes da quadra festiva. Em Inhambane, a escassez de pintos afectou directamente a capacidade produtiva dos avicultores e muitos deles ficaram impossibilitados de garantir frango para comercialização neste período de maior procura. Vilma Samuel, criadora de frangos, reconhece que, apesar do esforço dos produtores, os custos de produção dispararam, tornando inevitável a subida do preço final ao consumidor.

A situação é confirmada pela Associação dos Avicultores, que acompanha de perto o impacto da falta de pintos no sector. Eduardo Lichucha, representante da associação, explica que desde o mês de Outubro o pinto começou a escassear no mercado. “O pinto não só subiu de preço, mas também deixou de estar disponível. Isso comprometeu toda a programação que tínhamos para garantir frango nesta quadra festivaâ€, afirma. Segundo Lichucha, o problema não foi apenas a escassez, mas também a forma irregular como os poucos pintos disponíveis eram distribuídos aos criadores.

De acordo com o responsável associativo, em condições normais o pinto era comercializado a cerca de 55 meticais por unidade, mas o preço chegou a subir para 85 meticais. A este aumento juntaram-se outros custos, como a subida do preço das rações e dos medicamentos, criando um efeito dominó que encareceu toda a cadeia produtiva. “Não foi só o pinto que subiu. Todo o insumo da criação subiu. No fim, isso reflete-se inevitavelmente no preço do frangoâ€, explica.

A crise afectou mais de metade dos cerca de 40 criadores de frango registados ao nível da cidade, deixando muitos sem capacidade de responder à procura do mercado. Lichucha detalha que mais de 50% dos membros da associação enfrentam a mesma situação, com aviários subutilizados ou completamente vazios. “Eu, por exemplo, tenho dois pavilhões com capacidade para 500 frangos cada, totalizando mil. Chegámos a uma fase em que nos prometeram apenas 150 pintos, e ainda assim em fases, o que não é sustentávelâ€, relata.

Outros criadores, segundo a associação, receberam quantidades ainda menores, como 30 pintos, apesar de terem infraestruturas com capacidade para mais de 200 aves. Esta realidade tornou inviável qualquer tentativa de produção em escala suficiente para responder à procura da quadra festiva. O resultado é um mercado pressionado, com menos frango disponível e preços em alta.

Perante este cenário, Inhambane vê-se obrigada a recorrer ao abastecimento externo. Uma parte significativa do frango que será consumido na província terá de ser adquirida fora do território provincial, aumentando a dependência de fornecedores externos e pressionando ainda mais os preços finais. Esta dependência expõe uma vulnerabilidade estrutural do sector avícola local, que continua altamente dependente da disponibilidade de pintos e de insumos vindos de fora da província.

Para os consumidores, a consequência é imediata: frango mais caro numa altura em que as despesas familiares aumentam. Para os criadores, o momento é de frustração, por verem oportunidades de negócio perdidas numa época que tradicionalmente garante maior rendimento. Para a economia local, o impacto traduz-se na saída de recursos financeiros para fora da província, num contexto em que se esperava precisamente o contrário.

A situação levanta também questões mais profundas sobre a necessidade de reforçar a produção local de pintos, melhorar o acesso a insumos a preços mais estáveis e criar mecanismos de planeamento que permitam aos avicultores responder de forma mais eficaz aos picos de procura. Enquanto essas soluções não chegam, o frango continuará a chegar à mesa dos consumidores, mas a um preço mais elevado, refletindo uma crise silenciosa que começou muito antes da quadra festiva e que agora se torna impossível de ignorar.

UE lança voos de ajuda para Darfur, no Sudão, à medida que a crise humanitária aumenta

A aquisição de el-Fasher em Darfur pela RSF torna a “situação catastrófica” ainda pior. Agora o Cordofão corre o risco das mesmas atrocidades.

A União Europeia lançou uma “ponte aérea” para transportar oito aviões cheios de ajuda humanitária para o Sudão devastado pela guerra. Darfur região.

O departamento da Comissão Europeia que supervisiona a ajuda externa revelou a medida na segunda-feira e disse que os voos transportarão 3,5 milhões de euros (4,1 milhões de dólares) em “suprimentos vitais” para a região ocidental, onde “atrocidades em massa, fome e deslocamento” deixaram milhões de pessoas em necessidade urgente.

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O primeiro voo partiu na sexta-feira, entregando cerca de 100 toneladas de ajuda proveniente de “arsenais humanitários da UE e organizações parceiras”, disse a Direção-Geral da Proteção Civil Europeia e Operações de Ajuda Humanitária da Comissão num comunicado.

Outros voos continuarão ao longo deste mês e janeiro, disse, listando água, materiais de abrigo e itens de saneamento, higiene e saúde entre os suprimentos transportados para “um dos lugares do mundo mais difíceis de serem alcançados pelas organizações humanitárias”.

Observou que a queda da capital do Norte de Darfur, el-Fasherque foi capturada pelas Forças Paramilitares de Apoio Rápido (RSF) no final de Outubro, marcou uma “grande escalada de uma situação humanitária já catastrófica” e tornou o acesso à ajuda ainda mais difícil.

A RSF assumiu o controle de el-Fasher após um cerco de 18 meses que impediu os moradores de terem acesso a alimentos, remédios e outros suprimentos essenciais, o que levou mais de 100.000 muitas pessoas fugiram, muitas delas para a cidade de Tawila, que se tornou o epicentro da crescente crise humanitária da região.

Aqueles que fugiram de el-Fasher relataram assassinatos em massa, sequestros e atos generalizados de violência. violência sexual enquanto a RSF invadia a cidade. Chefe de direitos humanos das Nações Unidas Volker turco acusou o grupo de cometer “o mais grave dos crimes”.

Crescente medo de mais atrocidades

O Sudão mergulhou no caos em Abril de 2023, quando uma luta pelo poder entre os militares e a RSF explodiu em combates abertos na capital, Cartum, e noutras partes do país.

Desde que a RSF assumiu o controlo de el-Fasher, que era o último reduto militar em Darfur, os combates deslocaram-se para leste, para a região do Cordofão, à medida que a RSF e os seus aliados procuram assumir o controlo do corredor central do Sudão.

Os paramilitares estão agora de olho em Kadugli, a capital do Estado do Kordofan do Sul; Dilling, também no Kordofan do Sul; e a capital do estado do Cordofão do Norte, el-Obeid. Situam-se num eixo norte-sul entre a fronteira com o Sudão do Sul e a capital nacional, Cartum.

El-Obeid também fica numa estrada importante que liga Darfur a Cartum, que o exército recapturou em março.

A ONU alertou repetidamente que a região do Cordofão corre o risco de testemunhar uma repetição das atrocidades que ocorreram em el-Fasher.

Com a RSF a controlar todas as principais cidades de Darfur, o Sudão está efectivamente dividido em dois. O exército controla o centro, o leste e o norte, enquanto a RSF e os seus aliados controlam o oeste e partes do sul.

Você é tendencioso, afaste-se da minha investigação – Malami critica o presidente da EFCC

Um ex-Procurador-Geral da Federação e Ministro da Justiça, Abubakar Malami, SAN, pediu ao Presidente da Comissão de Crimes Económicos e Financeiros, EFCC, Ola Olukayode, que se retirasse da sua investigação em curso.

Foi assim que Malami acusou Olukayode de parcialidade, vingança pessoal e perseguição política ligada à sua recente deserção para o Congresso Democrático Africano.

Malami, que afirmou isto através do seu assessor de comunicação social, Muhammad Doka, na segunda-feira, alegou que a EFCC está a conduzir o que descreveu como uma detenção ilegal, assédio mediático e abuso processual.

O antigo AGF insistiu que a investigação contra ele não foi motivada por considerações de aplicação da lei, mas por uma profunda animosidade histórica por parte da liderança da EFCC.

“Fui claramente pré-julgado e não posso receber uma investigação justa, objectiva ou legal sob a actual liderança da EFCC”, insistiu Malami.

“Desafios de segurança global exigem respostas inteligentes e defesa forte”, afirma Daniel Chapo em Nampula

Novos quadros da Academia Militar são chamados a reforçar a estabilidade e o combate ao terrorismo

Nampula, Moçambique – O sector da Defesa Nacional passou a contar com novos quadros permanentes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), formados numa cerimónia realizada na Academia Militar, em Nampula. O evento enquadra-se nas respostas estratégicas do Estado face às ameaças actuais à segurança nacional e regional.

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