Na manhã da passada Sexta-feira, por volta das 11 horas, cinco adolescentes invadiram a Escola Básica de Luís Cabral, em Maputo. Além disso, o ataque gerou pânico entre estudantes e professores.
Os jovens esfaquearam um estudante no abdómen; felizmente, ele sobreviveu graças à intervenção médica rápida. Além disso, os agressores assaltaram um professor e roubaram o seu telemóvel. Também, uma professora de Agro-pecuária da 8ª classe sofreu ameaças dentro da sala de aula.
Este não é um caso isolado. Casos de invasões e agressões têm ocorrido em várias escolas de Maputo e Matola. Por outro lado, organizações da sociedade civil alertam para a necessidade de reforçar a vigilância e prevenir a violência juvenil dentro e ao redor das escolas.
A violência afecta directamente alunos e professores. Estudantes expostos a ataques podem desenvolver ansiedade, ter dificuldade de concentração e até abandonar a escola. Consequentemente, professores relatam insegurança e desmotivação, prejudicando o ensino e a aprendizagem.
Especialistas em educação destacam que a criminalidade escolar reflete problemas sociais mais amplos, como a falta de programas de inclusão juvenil e acompanhamento familiar insuficiente. Portanto, eles recomendam combinar policiamento com programas educativos e apoio comunitário para reduzir o risco de novos ataques.
As autoridades policiais investigam o caso e prometem responsabilizar os autores. Finalmente, a comunidade escolar aguarda ações concretas para garantir segurança dentro das instituições de ensino.
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