Os jogadores da Selecção Nacional de Futebol, os Mambas, quebraram o silêncio e deixaram claro, nesta tarde, que o futebol moçambicano não é amador, não entra em campo para cumprir calendário e muito menos para servir de figurante em competições africanas.
Num ambiente de confiança controlada, o grupo transmitiu aos moçambicanos a convicção de que é possível seguir em frente, chegar aos quartos-de-final e escrever uma nova página na história do futebol nacional. Mas há uma condição que não é negociável: apoio total do povo.
A mensagem é simples e directa. O jogo decide-se no relvado, mas começa fora dele.
O resultado de 1-2 frente aos Camarões, longe de abalar o grupo, acabou por alimentar uma leitura estratégica dentro do balneário. Para os Mambas, aquela partida serviu para mais do que pontos. Serviu para baixar a guarda dos próximos adversários.
Internamente, o sentimento é claro: o jogo criou a ilusão de fragilidade. Uma cilada perfeita para quem acredita que vai encontrar uma selecção abatida. Não vai.
A equipa sabe que futebol não se joga em papel, não se ganha por nome e não se decide antes do apito final.
Do outro lado está a Nigéria, uma selecção pesada, respeitada e historicamente favorita. Mas o respeito termina quando a bola começa a rolar. Os Mambas sabem que os nigerianos entram como favoritos, mas também sabem que favoritismo não marca golos.
Há confiança na estratégia, há leitura do adversário e há consciência de que este é um jogo de detalhes. Um erro muda tudo. Um lance muda a história.
E é exactamente por isso que o grupo decidiu deixar que o jogo desta noite fale. Sem promessas vazias. Sem discursos inflamados. Apenas futebol.
A equipa pede algo simples, mas poderoso: acreditem. O apoio vindo de casa, das bancadas, das redes sociais e das ruas pesa. Pesa mesmo.
Os Mambas entram em campo para provar que Moçambique pode competir de igual para igual, que pode sonhar alto e que não veio a esta prova para assistir aos outros a fazer história.
Hoje não é apenas um jogo.
Hoje é um teste de carácter.
E no futebol, como na vida, quem subestima… paga caro.
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