O Ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Artur Chume, afirmou que o terrorismo em Cabo Delgado resulta de uma “agressão externa” liderada por um “sindicato de terrorismo internacional”. Além disso, explicou que esses grupos recebem financiamento de agentes estrangeiros, o que torna o combate mais difícil. Por isso, a cooperação com forças estrangeiras, como as tropas de Ruanda, é essencial. A missão da SADC (SAMIM) terminará em Junho de 2024, conforme o mandato acordado.
O terrorismo em Cabo Delgado é, segundo o Ministro da Defesa, Cristóvão Artur Chume, fruto de uma “agressão externa”. Durante o debate no Parlamento, Chume explicou que os ataques são obra de um “sindicato de terrorismo internacional”.
“De facto, o problema é complexo porque esses grupos recebem financiamento de agentes externos com fins obscuros”, afirmou. Além disso, ele acrescentou que o terrorismo na região apresenta motivações e estruturas operacionais bastante complexas.
Chume também destacou que o grupo terrorista em Moçambique tem semelhanças com outros que actuam na região subsariana. Por isso, esses grupos actuam de forma volátil, tanto no tempo quanto no espaço, dificultando a sua erradicação.
No que se refere ao apoio da força militar de Ruanda, o Ministro defendeu a política externa do país. Segundo ele, “o Governo de Moçambique respeita o princípio de não ingerência nas decisões soberanas de outros Estados e organizações internacionais”. Por essa razão, o país apoia parceiros que também combatem o terrorismo internacional.
Finalmente, sobre a retirada da missão da SADC (SAMIM) do Teatro Operacional Norte, Chume lembrou que a presença dessas tropas tem um mandato com prazo definido. Inicialmente, o mandato era de três meses e, posteriormente, foi renovado para um ano. Assim, a missão terminará em Junho de 2024, conforme o que foi acordado.
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