O Instituto Nacional de Meteorologia prevê céu parcialmente nublado, chuvas localizadas e temperaturas contrastantes em todo o país. Maputo mantém o clima instável, com máximas de 27°C e sensação de calor húmido.
O clima em Moçambique continua a desafiar padrões sazonais, mantendo-se um verdadeiro “inverno-verão” atípico. A cidade de Maputo volta a registar temperaturas amenas acompanhadas de humidade elevada, enquanto o norte e o centro enfrentam chuvas e trovoadas.
De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), o país apresenta contrastes marcantes entre regiões, com oscilações térmicas e condições atmosféricas instáveis.
Nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Nampula, o céu estará pouco nublado, localmente muito nublado, com aguaceiros acompanhados de trovoadas e chuvas fracas a moderadas, particularmente em Cabo Delgado e Niassa.
O vento sopra de sueste a leste, fraco a moderado, contribuindo para a sensação de frescura, mesmo com temperaturas máximas que podem atingir 32°C em Nampula e 31°C em Pemba.
As províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala registam um padrão semelhante, com céu parcialmente nublado e chuvas fracas a moderadas esperadas principalmente em Manica.
O vento sopra de sueste a sudoeste, fraco a moderado, com destaque para Tete, onde a máxima poderá chegar aos 34°C, a mais alta do país. Já em Chimoio, o termómetro deve marcar apenas 25°C, reflectindo o contraste térmico entre regiões vizinhas.
Nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo, o cenário é de céu pouco nublado com períodos de muito nublado, podendo ocorrer chuvas fracas locais.
O vento sopra de sueste e, por vezes, de leste, com intensidade fraca a moderada. Em Maputo, a temperatura máxima será de 27°C, acompanhada de humidade elevada que reforça a sensação de calor abafado.
As condições meteorológicas desta semana reforçam o padrão irregular observado nas últimas semanas, com alternância entre dias de sol intenso e momentos de humidade e neblina, especialmente nas zonas costeiras do sul.
Segundo analistas meteorológicos, o fenómeno é típico de transição sazonal, mas tem-se mostrado mais prolongado e intenso em 2025, afectando inclusive a produtividade agrícola e o conforto térmico nas áreas urbanas.
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INAM)
Autor: Redacção Hora Certa News
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